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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Quercus vai participar em manifestação com dezenas de milhares de participantes em Copenhaga

 

Amanhã, 12 de Dezembro, a meio do decurso da Cimeira do Clima, as organizações não governamentais vão encher as ruas de Copenhaga a pedir um acordo climático justo e ambicioso.

 

São várias as iniciativas previstas em todo o mundo e também aqui em Copenhaga para apelar aos governos e aos seus lideres que começam a chegar na segunda semana da Cimeira do Clima. Uma primeira manifestação é promovida pelos “Amigos da Terra” às 10h (hora de Copenhaga), partindo de Klimaforum09 / DGI-byen.

 

A principal concentração vai partir às 13 horas (de Copenhaga) da Praça do Parlamento (Christiansborg) até ao local da Cimeira, onde às 18 horas está prevista uma vigília. A Quercus associou-se a esta iniciativa e que envolve as maiores organizações de ambiente e desenvolvimento bem como o maior número de participantes (523 associações de 67 países, previstas 60 mil pessoas) (http://12dec09.dk/).

 

Neste Dia Global de Acção pelo Clima (http://www.globalclimatecampaign.org) espera-se que a sociedade civil mostre que é tempo de agir.

 

Copenhaga, 11 de Dezembro de 2009

A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

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publicado por climáticas às 20:35
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União Europeia ganha terceiro prémio do Fóssil do Dia

O ambíguo nível de ambição da Cimeira de Chefes de Estado, em Bruxelas, foi o que motivou a atribuição 


Os líderes europeus tiveram hoje a oportunidade de deixar a sua marca nas negociações em Copenhaga:

- acordando uma meta mais ambiciosa para 2020, pondo dinheiro em cima da mesa para um período de longo prazo;

- assegurando que o montante de financiamento a curto prazo para os países em desenvolvimento é adicional em relação ao já existente; e

- encerrando questões polémicas sobre os créditos de carbono provenientes de floresta e de “ar quente”.

As Organizações Não Governamentais estão satisfeitas com o facto da União Europeia estar a pedir um resultado legalmente vinculativo o mais cedo possível, sendo conhecidos os esforços de alguns países da UE em conseguir um acordo que valha a pena. Contudo, para alcançar um bom acordo em Copenhaga é necessário uma liderança a uma só voz por parte da Europa. 

Para além disso, os líderes europeus devem reconsiderar a abordagem defensiva que têm tido até agora e lançar uma carta decisiva antes de entrarmos na recta final de Copenhaga. A Alemanha, em particular, deve compreender que outros países não se vão deixar inspirar por uma União Europeia que aguarda a tomada do próximo passo. Apenas acções corajosas terão respostas.  
 

 

publicado por climáticas às 18:09
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Activistas manifestam-se à porta da COP15

"União Europeia, paga a tua dívida climática" é a mensagem a reter.

 

 

Filmado por: Ana Rita Antunes, Quercus

publicado por climáticas às 16:56
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Contas de Copenhaga longe do desejável

- Aumento de emissões 1990-2020 dos países desenvolvidos
- Temperatura a aumentar 3,5 ºC

- Países desenvolvidos com metas reduções bem menos ambiciosas que os países em desenvolvimento

Emissões são emissões, mas há muitas formas de fazer as contas. Apesar dos textos que hoje estão a ser apresentados no que respeita aos segmentos da Convenção e Protocolo de Quioto, estão longe do desejável e estão ainda muito em aberto.

O quarto relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) sublinha a necessidade dos países desenvolvidos reduzirem as suas emissões de gases com efeito de estufa entre 25% a 40% até 2020, em relação aos níveis de 1990. Para os países em desenvolvimento é sublinhado, no mesmo relatório, a necessidade destas nações apresentarem um desvio entre 15% a 30% em relação à tendência de crescimento de emissões (ou business as usual, BAU) até 2020. Tal como o IPCC também realça estas metas de mitigação dá ao mundo uma probabilidade de cinquenta por cento de ficar abaixo de um aumento de temperatura de 2º Celsius em relação à era pré-industrial.

Neste momento, na Cimeira do Clima, há uma disparidade lamentável entre o nível de ambição dos países em desenvolvimento e dos países desenvolvidos, onde os primeiros anunciam cortes dentro do necessário estando os segundos longe disso.
(...)

 

Números importantes:

- Reduções desejáveis para os países desenvolvidos: 40% em 2020, em relação a 1990. (Contudo, até o intervalo de 25% a 40% apontado pelo IPCC parece estar comprometido).

- Cálculos Ecofys e Climate Analytics: países desenvolvidos em conjunto apresentam reduções entre 13% a 19%. Juntando os créditos de emissão da floresta, tal como estão a ser negociados aqui, este valor desce para um intervalo de 8% a 12% de redução de emissões em relação a 1990.

- Adicionando outros créditos e o “ar-quente” (direitos de emissão que passam entre o primeiro período de cumprimento 2008-2012 do Protocolo de Quioto e o após 2012), ficaremos entre uma redução de 2% em relação a 1990 ou mesmo 4% acima de 1990!

- Assim, e neste ponto das negociações, o planeta arriscar-se-ia a enfrentar um aumento de temperatura de 3,5ºC até 2100.

- A União Europeia deveria anunciar uma redução de 30%, na linha do que os líderes do Reino Unido e da França pediram mas que não foi até agora assumido.

- Os Estados Unidos da América, a Rússia e a Austrália estão fora do intervalo de reduções necessárias e o Canadá parece inclusivamente querer aumentar as suas emissões.

 

Copenhaga, 11 de Dezembro de 2009

Ver comunicado completo aqui

publicado por climáticas às 12:55
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Lisboa junta-se a uma cadeia de vigílias à luz das velas por todo o planeta

Venha acender uma vela pelo nosso planeta!

12 Dezembro, 17h30

Rossio, em Lisboa

 

    

 

No dia 12 de Dezembro, pessoas de todo o mundo irão unir-se em mais de 3.000 vigilias à luz das velas em cerca de 130 países, por um verdadeiro tratado na cimeira de Copenhaga.

Como parte integrante da acção global, o nosso evento terá lugar na Praça do Rossio, em Lisboa, às 17H30. Todos os participantes irão acender uma vela pelo nosso planeta e irá ser lida uma mensagem de alerta.

Os especialistas dizem que um verdadeiro tratado deverá ser:

a) Justo -   200 mil milhões de dolares em financiamentos ambientais para os países mais pobres.
b) Ambicioso – Um limite máximo de emissões de carbono  até 2015 e um nível de segurança de carbono na atmosfera não superior  a 350 ppm (parte por milhão).
c) Vinculativo – Com força legal.

Estes eventos em todo o mundo irão culminar numa vigília especial conduzida pelo prémio Nobel da Paz, Desmond Tutu e a antiga comissária das Nações Unidas para os direitos humanos, Mary Robinson, junto à sede da cimeira em Copenhaga.

A mensagem das pessoas de Lisboa e de todo o mundo para os líderes mundiais é: Queremos um verdadeiro tratado”, diz João Gonçalves, membro da Organização Online Avaaz.org que se encontra a coordenar esta acção global.

Queremos um acordo que seja suficientemente ambicioso para que o planeta fique mais seguro para todos nós. Que seja justo para os países mais pobres, que não são responsáveis pelas mudanças climáticas, mas que são os mais atingidos. E vinculativo, com metas reais e objectivas  que sejam impostas por lei”, acrescenta.

Esta vigília em Lisboa será organizada por João Gonçalves e Ricardo Salta, dois representantes da Avaaz.org em Portugal e será aberta a todos os que se preocupam com o futuro do nosso planeta.

A Quercus - ANCN, que está a acompanhar a Cimeira do Clima directamente a partir de Copenhaga, participará também nesta vígilia, através do Núcleo Regional de Lisboa.

Segundo Francisco Ferreira: "A próxima semana em Copenhaga é decisiva para conseguir um acordo climático que  assegure um aumento de temperatura do planeta inferior a 2º Celsius. Para isso é necessário que os países desenvolvidos decidam uma redução de emissões de gases de efeito de estufa perto dos 40% até 2020, em relação a 1990, e que suportem financeiramente os países em desenvolvimento para que estes possam ter um crescimento económico menos assente na queima de combustíveis fósseis e se adaptem à mudança do clima."

O evento será simples, breve e eficaz: Na hora marcada, todos os participantes acenderão uma vela pelo planeta. Simultaneamente, pessoas em todos os cantos do mundo, irão realizar acções similares, desde monges na Índia até a agricultores em França.

Mais informações: www.avaaz.org

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publicado por climáticas às 12:31
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