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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Tudo sobre a COP15 no twitter da Quercus

http://twitter.com/QuercusCOP15

Acompanhe tudo o que se passa na Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas em Copenhaga através deste blogue e do twitter QuercusCOP15.

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publicado por climáticas às 01:19
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Conferência de imprensa da Climate Action Network (CAN)

As maiores ONG internacionais da CAN, rede à qual a Quercus pertence, expressaram ontem as suas principais preocupações numa conferência de imprensa. Veja ou reveja aqui:

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publicado por climáticas às 00:27
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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Tensão na recta final da COP15

Diário vídeo da ONG brasileira Vitae Civilis sobre o dia de hoje em Copenhaga, a três dias do final da COP15.

 

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publicado por climáticas às 20:40
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ONG terão centro alternativo para seguir a COP15

O Governo dinamarquês colocou à disposição das organizações não governamentais (ONG) novos locais, totalmente equipados, para poderem acompanhar o final da conferência climática de Copenhaga, depois de terem sido impedidas de entrar no Bella Center.

 

“O Governo dinamarquês, em cooperação com a ONG dinamarquesa People’s Action Climate (PCA), organizou um centro de conferências alternativo para que as organizações observadoras que não possam entrar no Bella Center amanhã e sexta-feira, devido às restrições no acesso impostas pelas Nações Unidas”, explicou um comunicado governamental.

O comunicado acrescenta que “serão estabelecidas ligações televisivas com o Bella Center e ainda uma ligação à Internet sem fios”. A partir de amanhã, as ONG serão submetidas a severas restrições: apenas 90 dos seus representantes estarão autorizados a entrar no Bella Center, quando são 22 mil no total.

Fonte: AFP

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publicado por climáticas às 19:13
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Clima adensa-se em Copenhaga

Pelo menos 230 pessoas foram detidas esta manhã e há relatos de brutalidade policial sobre os activistas em protesto junto ao Bella Center, onde decorre a Conferência de Copenhaga.

 

 

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publicado por climáticas às 19:11
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Tarde de reuniões e mais protestos em Copenhaga

Os protestos continuam em Copenhaga, dentro e fora do Bella Center, com as ONG a criticar alguns comportamentos da segurança das Nações Unidas no recinto da conferência e sobretudo a brutalidade da polícia dinamarquesa no exterior.

 

Dezenas de chefes de Estado discursaram ao longo do dia durante a Conferência das Partes (COP), a maioria com intervenções emotivas em defesa de um acordo justo e vinculativo em Copenhaga. Com a segurança cada vez mais rigorosa, a única forma de acompanhar os discursos é pela internet ou através dos monitores espalhados pelo recinto.

 


A Quercus passou o dia em reuniões com os eurodeputados portugueses e participou num encontro entre as ONG de ambiente da Europa e a comitiva de membros do Parlamento Europeu que acompanham as negociações.

 

 

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publicado por climáticas às 19:03
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Quercus reúne hoje com eurodeputados portugueses presentes em Copenhaga

A União Europeia tem um papel decisivo na política de alterações climáticas, de escala nacional à mundial. Os processos directa ou indirectamente associados passam por um regime de co-decisão onde intervêm os Governos e o Parlamento Europeu. Nesse sentido, os eurodeputados são representantes importantes na discussão das matérias sobre clima.

Neste contexto, a Quercus reuniu já hoje com a eurodeputada Edite Estrela (PS - SID), às 16h (hora de Copenhaga) reuniu com a eurodeputada Maria da Graça Carvalho (PSD - CD) e às 17h30 com a eurodeputada Marisa Matias (BE - GUE/NDL). Às 17h participará também num encontro entre as organizações não governamentais de ambiente da Europa e toda a comitiva de membros do Parlamento Europeu que acompanham as negociações em Copenhaga.

Os principais temas são:
- o compromisso imediato da Europa para 30% de redução das emissões entre 1990 e 2020;
- a definição urgente da contribuição financeira da União Europeia para 2020 (e não apenas até 2012 como já o fez);
- o ultrapassar das divergências internas sobre a contabilização das emissões da floresta para o período pós-2012;
- maior liderança europeia para que um acordo ambicioso, justo e vinculativo.


A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

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publicado por climáticas às 15:26
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Manhã de protestos em Copenhaga

 

Há protestos dentro e fora do Bella Center, o local onde está a decorrer a Conferência do Clima em Copenhaga. A partir de hoje, o número de representantes das Organizações Não Governamentais (ONG) autorizados a entrar no recinto foi drasticamente reduzido. Dos 20 mil da primeira semana a organização pretende reduzir para apenas 90 na sexta-feira, valor entretanto alterado para 500. Esta medida está a revoltar delegados e participantes, que acusam a organização de falta de democracia. 

Há também informação de que a presidente da COP15, Connie Hedegaard, acaba de demitir-se, sendo substituída nas negociações pelo primeiro-ministro dinamarquês Lokke Rasmussen.

[13h00] Entretanto, todas as ONG foram por agora excluídas de entrar no centro de conferências após acção de protesto no interior do Bella Center. "Estamos surpeendidos e chocados com esta proibição", lamenta Nnimmo Bassey, director dos Amigos da Terra.

No Plenário, os discursos dos países em desenvolvimento mostram desacordo frontal com a forma como as negociações estão a decorrer, nomeadamente porque os textos negociados durante noite e madrugada (texto sobre acção de cooperação de longo prazo – Convenção e texto sobre Protocolo de Quioto) estarem a ser alvo da criação de um ou dois novos textos por parte da Presidência Dinamarquesa da Convenção, sem respeitar a transparência negocial necessária.

[13h05] No exterior do Bella Center milhares de activistas continuam os protestos que podem ser acompanhados em directo aqui.

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publicado por climáticas às 11:58
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Ontem foi a noite dos negociadores, hoje é a noite dos ministros


As negociações acabaram já passava das seis da manhã de hoje. Os atritos continuam entre países em desenvolvimento e países desenvolvidos. Ou melhor, entre Estados Unidos e a China.

O texto sobre Acordo a Longo Prazo foi finalizado com muitos parêntesis rectos. Aqui, os parêntesis rectos são utilizados para as partes de texto não acordadas. Os Estados Unidos quiseram colocar dentro de parêntesis rectos todas as referências ao Protocolo de Quioto, pois é sabido que não querem continuar com esse modelo de redução de gases de efeito de estufa no pós 2012. Em contrapartida, os países em desenvolvimento (entenda-se China) exigiram colocar entre parêntesis rectos todas as referências ao financiamento por ainda não ter o nível de ambição que entendem por necessário.

O texto do Protocolo de Quioto acabou cedo na madrugada. Há um texto, mas os delegados pediram mais um dia para ainda discutir aspectos técnicos. Este ainda nem está pronto para a discussão ministerial.

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publicado por climáticas às 10:01
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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Discursos marcantes na abertura do Segmento de Alto Nível da COP15


Foto: Bob Strong/Reuters

 

Começou esta terça-feira o Segmento de Alto Nível da Conferência de Copenhaga, no qual a Quercus esteve presente, e adensa-se o clima de tensão com a chegada dos líderes mundiais e a dúvida se estes conseguirão ou não resolver os pontos de conflito de modo a que, nos próximos três dias, os 192 países reunidos na Cimeira consigam chegar a um Acordo.

Na cerimónia de abertura (vídeo integral), ecoaram no Bella Center discursos inflamados e carregados de palavras de incentivo. Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, deixou claro que "Precisamos de um acordo vinculativo: não temos mais anos", pois a "natureza não negocieia".

Outras frases marcantes deixadas por Ban Ki-moon foram "Estamos aqui para escrever um novo futuro" ou "A ciência contradisse os cépticos sobre o clima".

Na mesma linha deste discurso estiveram as intervenções de Lars Rasmussen, primeiro-ministro dinamarquês, Connie Hegehaard, presidente da Cimeira, Yvo de Boer, secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC, na sigla em inglês) e Wangari Maathai, Prémio Nobel da Paz de 2004.

Yvo de Boer: "Deixem que o mundo recorde Copenhaga como o local onde as intenções passaram a boas decisões".

Connie Hedegaard: "Nos próximos 3 dias podemos escolher entre a fama e a vergonha" "Vamos fazê-lo"

Ban Ki-moon terminou a sua intervenção rematando "O nosso futuro começa hoje. Aqui, em Copenhaga". Resta esperar que seja um futuro risonho.

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publicado por climáticas às 19:42
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Estudo afirma que a acidificação dos Oceanos pode destruir a vida marinha

Os oceanos do planeta estão a ficar mais ácidos e a um ritmo maior que nas últimas cinco décadas, um processo que ameaça a vida marinha e o abastecimento de alimentos, revela um estudo internacional divulgado à margem da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que decorre em Copenhaga, Dinamarca.

 

Segundo o documento, elaborado por 100 especialistas em biologia marinha, os mares estão a absorver níveis perigosos de dióxido de carbono como resultado directo da actividade humana. Este cenário pode afectar os animais marinhos, interferir com o percurso das baleias e destruir espécies de plâncton que fazem parte da base da cadeia alimentar.

 

Os cientistas alertam que muitos dos efeitos da acidificação dos oceanos - que aumentou 30% desde o início da revolução industrial - já são irreversíveis e podem acelerar. O novo estudo adverte que se as emissões de CO2 continuarem no ritmo actual a acidificação dos oceanos aumentará 150 por cento até 2050, “afectando seriamente” os recifes de coral, as algas e o plâncton e levando à extinção de algumas espécies.

 

Outro estudo divulgado pela União Internacional para a Conservação da Natureza, indica as dez espécies mais ameaçadas de extinção devido ao aquecimento global. Elas são a baleia beluga, o peixe-palhaço, a tartaruga-de-couro, o pinguim-imperador, a árvore quiver ("Aloe dichotoma"), a foca-anelada, o salmão, a coral chifre-de-veado, a raposa-do-árctico e o coala.

Fonte: Agências

 

publicado por climáticas às 16:47
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Greenpeace exige Acordo Climático em faixa na Ópera de Sidney

Foto: Greenpeace

 

Activistas do Greenpeace subiram hoje até ao topo da Opera House, em Sidney, na Austrália, onde colocaram uma faixa gigante para exigir resultados da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), que está a decorrer em Copenhaga, na Dinamarca.

 

A faixa de 100 metros quadrados, com o slogan "Chega de Política. Acordo Climático Já", foi colocada por dois homens e três mulheres, detidos no final da acção. No entanto, os activistas foram libertados após o pagamento de uma fiança e devem comparecer à justiça em Fevereiro. “O mais importante foi passar a mensagem que queríamos num momento tão crítico como é o processo de Copenhaga", afirma Linda Selvey, do Greenpeace. [mais informação]

 

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publicado por climáticas às 15:31
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Sociedade Civil com acesso limitado nos últimos e decisivos dias da Cimeira

 

Dos cerca de 20 mil observadores das Organizações Não Governamentais a acompanhar a Cimeira de Copenhaga, apenas uma pequena fatia poderá estar presente na sala principal da Conferência nos três dias que faltam para o fim e que se afiguram decisivos.

Os lugares são limitados e como tal apenas 30% destes participantes poderão ter assento, hoje e amanhã, dias 15 e 16 de Dezembro, no centro de conferências. Já na 5ª feira, este valor desce para apenas mil e na 6ª feira, o dia final, só 90 observadores poderão assistir ao desenlace final.

A Quercus considera que este corte de lugares limita drasticamente a participação da sociedade civil e, como tal, contribui para o descrédito da própria conferência, dado que o acompanhamento, influência, avaliação, e construção de soluções, sem representantes de organizações não governamentais, vai contra o espírito das próprias Nações Unidas nesta matéria. Uma carta formal foi ontem entregue ao Secretário Executivo da Convenção e à Ministra Dinamarquesa que preside à Conferência.

No entanto, por estar integrada na delegação portuguesa em Copenhaga, a Quercus não será afectada por este racionamento de lugares e continuará a acompanhar de perto a Cimeira.

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publicado por climáticas às 13:08
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Al Gore alerta que o Árctico pode derreter em 2014

Foto: AFP

 

O ex-vice-presidente americano Al Gore acredita que o Oceano Árctico poderá ficar quase sem gelo durante o Verão de 2014. O alerta foi feito ontem à margem da cimeira sobre alterações climáticas, em Copenhaga, e resulta de novas projecções baseadas em modelos feitos por computador.

 

A previsão contraria outra publicada no início do ano por uma agência do governo norte-americano que prevê que o gelo do Árctico apenas desaparecerá em 2030. No entanto, Al Gore assegura que alguns modelos apontam que há 75% de hipóteses de a camada de gelo do Pólo Norte desaparecer no Verão, dentro de cinco ou sete anos.

 

“É difícil de traduzir o assombro que os especialistas na ciência do gelo sentiram quanto viram isso”, disse Gore, que se uniu a autoridades da Escandinávia para apresentar os dados. O grupo apresentou dois novos estudos que actualizam os possíveis desdobramentos e transformações climáticas no Pólo Norte.

Fonte: Agências

publicado por climáticas às 12:17
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

A estrutura jurídica para um Acordo robusto em Copenhaga

O quarto e último aspecto que as Organizações Não Governamentais destacam como central no debate em torno de um acordo em Copenhaga é a:

 

Estrutura Jurídica

Na primeira semana da Cimeira, as questões relativas à estrutura jurídica estiveram no centro das atenções, com as Ilhas Tuvalu, do Pacífico, a assumir a liderança neste aspecto e os novos textos para discussão apresentados. As Organizações Não Governamentais saúdam o consenso emergente que os dois grupos de trabalho  estão a alcançar para construir textos legalmente vinculativos (Protocolo de Quioto e Cooperação de Longo Prazo).


O tempo escasseia e por isso é fundamental que as Partes manifestem vontade de trabalhar seriamente com os textos que têm. A partir daí, os ministros e chefes de Estado devem entrar em acção de modo a resolver as questões litigiosas. É importante que os progressos sejam alcançados o mais cedo possível esta semana, de modo a aumentar as expectativas de chegar a um Acordo robusto em substância e forma jurídica.

Conclusão


Estamos no momento crucial e estas são as questões centrais que devem concentrar todas as atenções e esforços esta semana - Mitigação, Adaptação, Financiamento e Estrutura Jurídica. O sucesso ou fracasso relativamente às mesmas não só determinará se podemos chegar ou não a um Acordo, como também o seu legado.

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publicado por climáticas às 19:55
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Oxfam leva ursos polares à COP15

A COP15 entrou hoje na sua semana decisiva e, como tal, os apelos das Organizações Não Governamentais adensam-se, de forma a manter bem presentes as ameaças iminentes das alterações climáticas.

 

É o caso da Oxfam, que se fez representar no Bella Center, onde decorre a Cimeira, através de alguns activistas com fatos peludos de ursos polares, envergando t-shirts onde se lê "Salvem também os humanos".

 

 

Foto: Bob Strong/Reuters

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publicado por climáticas às 15:38
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Sábado, 12 de Dezembro de 2009

Lisboa quer um verdadeiro acordo em Copenhaga

 

 

 

 

 

Em Lisboa, a vigília de activistas da Quercus e da Avaaz juntou pouco mais de 100 pessoas no Largo do Rossio. Durante uma hora acenderam-se velas e pediu-se "um acordo de verdade em Copenhaga".

publicado por climáticas às 21:51
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Venha acender uma vela pelo nosso planeta!

Este Sábado, pessoas de todo o mundo irão unir-se em mais de 3000 vigilias à luz das velas em cerca de 130 países, por um verdadeiro tratado na cimeira de Copenhaga. Como parte integrante da acção global, o nosso evento terá lugar na Praça do Rossio, em Lisboa, às 17H30. Todos os participantes irão acender uma vela pelo nosso planeta e irá ser lida uma mensagem de alerta. Mais informação aqui.

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publicado por climáticas às 15:18
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Quercus vai participar em manifestação com dezenas de milhares de participantes em Copenhaga

 

Amanhã, 12 de Dezembro, a meio do decurso da Cimeira do Clima, as organizações não governamentais vão encher as ruas de Copenhaga a pedir um acordo climático justo e ambicioso.

 

São várias as iniciativas previstas em todo o mundo e também aqui em Copenhaga para apelar aos governos e aos seus lideres que começam a chegar na segunda semana da Cimeira do Clima. Uma primeira manifestação é promovida pelos “Amigos da Terra” às 10h (hora de Copenhaga), partindo de Klimaforum09 / DGI-byen.

 

A principal concentração vai partir às 13 horas (de Copenhaga) da Praça do Parlamento (Christiansborg) até ao local da Cimeira, onde às 18 horas está prevista uma vigília. A Quercus associou-se a esta iniciativa e que envolve as maiores organizações de ambiente e desenvolvimento bem como o maior número de participantes (523 associações de 67 países, previstas 60 mil pessoas) (http://12dec09.dk/).

 

Neste Dia Global de Acção pelo Clima (http://www.globalclimatecampaign.org) espera-se que a sociedade civil mostre que é tempo de agir.

 

Copenhaga, 11 de Dezembro de 2009

A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

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publicado por climáticas às 20:35
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Activistas manifestam-se à porta da COP15

"União Europeia, paga a tua dívida climática" é a mensagem a reter.

 

 

Filmado por: Ana Rita Antunes, Quercus

publicado por climáticas às 16:56
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Público: "George Soros descobriu no FMI cem mil milhões de dólares que podem salvar Copenhaga"

 


Foto: Bob Strong/Reuters

 

"O investidor bilionário George Soros afirmou hoje ter encontrado a solução para conseguir reunir cem mil milhões de dolares para o clima e assim derrubar um dos maiores obstáculos ao sucesso da conferência de Copenhaga.


Soros pediu aos 192 governos presentes na conferência para ouvirem a sua proposta, segundo a qual a solução está no Fundo Monetário Internacional (FMI). O empresário propôs que os países desenvolvidos abdiquem de parte domontante que, em Agosto, o FMI lhes colocou à disposição para combaterem a recessão e o transformem em empréstimos “verdes”.

 

Estes poderão ser investidos em projectos para redução de emissões nos países pobres. O montante, no valor de cem mil milhões de dólares (67,9 mil milhões de euros) a ser gasto na próxima década, deveria ser investido nos sectores da agricultura, floresta e uso do solo porque são os que têm maior potencial de redução de emissões.

Os países em desenvolvimento poderão pagar os juros e, eventualmente, a totalidade do empréstimo. Mas na eventualidade de não conseguirem, o montante seria garantido pelas reservas de ouro do FMI. Para mostrar que fala a sério, Soros anunciou que quer investir mil milhões de dólares (679 milhões de euros) em activos de baixo carbono."

10.12.2009 - Helena Geraldes

Notícia completa em: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1413356

 

Download do discurso completo

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publicado por climáticas às 18:37
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Do Peru: El Tiempo es Hoy

Artistas peruanos pedem justiça climática numa adaptação do tema "Beds are Burning" usado pela campanha TckTckTck:

 

publicado por climáticas às 11:09
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

A raiva legítima de África

 

África – talvez o continente mais vulnerável às alterações climáticas, com cheias e secas que já são sintomas de uma mudança que vem para ficar, em muitos países onde cada habitante emite menos de uma tonelada de dióxido de carbono (menos oito vezes que em Portugal).

 

A raiva de muitos delegados que hoje se manifestaram ao fim da tarde no interior do Bella Center era bem legítima – sem financiamento, sem capacitação, sem o devido apoio dos países desenvolvidos, que não enriqueça ainda mais alguns indivíduos do continente mas apoie a maioria da população, África sofrerá ainda mais com este problema ambiental… e não merece.

 

Quercus, no interior do Bella Center, Copenhaga

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publicado por climáticas às 18:03
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O primeiro desentendimento entre ONG e delegações oficiais

 

Os países industrializados chegaram a Copenhaga com o objectivo de enfraquecer as suas metas nacionais através da floresta e uso do solo. Estes países rejeitam a ideia que têm de contabilizar o aumento de emissões proveniente da gestão florestal.

Em vez de se contarem as emissões da gestão florestal e uso do solo a partir de uma base histórica, tal como noutros sectores, estes países dizem que não querem que as emissões futuras das florestas sejam contabilizadas, desde que previstas. Isto é como dizer que as emissões de uma central a carvão não contam para as emissões de um país se essa central já estiver prevista.

Austrália, Canadá e Nova Zelândia já disseram claramente que tencionam aumentar a desflorestação e consequentemente as emissões a ela associadas. Muitos países da União Europeia, incluindo Portugal, estão a pensar fazer o mesmo. Ao alinhar nesta posição, a UE falhou neste momento crucial – até na descrição do que é a “tendência de crescimento” - pondo em causa a transparência necessária nas negociações no sector florestal (LULUCF, na sigla em inglês).

Temos assim mais uma subtil forma de usar a floresta, e a incerteza associada ao seu balanço de emissões, para evitar o que demais urgente devia ser feito, isto é, reduzir a queima de combustíveis fósseis.

 

Ana Rita Antunes e Francisco Ferreira

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publicado por climáticas às 17:54
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O rapaz das maçãs

 

Cada maçã são 5 coroas dinamarquesas (menos de 1 Euro) e o rapaz das maçãs percorre certamente vários quilómetros ao longo dos corredores do Bella Center, o centro de conferências onde decorre a reunião. Há quem pague menos aproveitando-se das recepções oferecidas por instituições ou empresas que dinamizam seminários e outros eventos que decorrem em paralelo às sessões negociais formais e informais.


O homem das maçãs ganha protagonismo, porque como é normal nestes primeiros dias, os avanços são poucos… mas os anúncios não param de surgir. Cálculos do Projecto Catalyst e do Instituto Postdam/Ecofys mostram que os 11 a 17% de redução de emissões de gases com efeito de estufa até agora comprometidos pelos países desenvolvidos entre 1990 e 2020 nas últimas semanas são insuficientes para conseguimos assegurar um aquecimento global inferior a 2ºC (em relação à era pré-industrial).

 

Aliás, assim atingiremos facilmente os 3ºC de aumento de temperatura, com efeitos que serão já considerados catastróficos à escala mundial. Parece pouco: apenas 3 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono são a diferença entre a redução necessária e o actual compromisso. Mas é uma diferença muito grande para o clima. E aí, as maçãs que até são de origem dinamarquesa, talvez dêem lugar a laranjas que outrora ocupavam partes de Portugal.

 

Francisco Ferreira (em Copenhaga)

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publicado por climáticas às 17:38
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RTP: Quercus acompanha cimeira de Copenhaga

Francisco Ferreira em directo a partir de Copenhaga no Bom Dia Portugal de hoje, na RTP:

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Outros 15 'especiais informação' sobre a COP 15

 

Abril – Copenhague 2009
Agência de Notícias dos Direitos da Infância – COP15
BBC Brasil: Especial: Cop 15 - Copenhague 2009
Climate change: How to report the story of the century
IISD COP15 Daily Reports
JN – Cimeira de Copenhaga
Media Resources for COP15 from the Worldwatch Institute
MSN Verde – COP15
Planeta Sustentável – Especial COP15
Resources for covering Copenhagen Climate Conference
SEJ - Copenhagen Countdown
Telegraph - Copenhagen climate change conference
TSF – Copenhaga
UNEP News
UOL – COP15

 

Lista anterior:

10 'especiais informação' sobre a COP15
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publicado por climáticas às 11:46
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5 links para a cobertura em directo da COP15

COP15 webcast

Climate Voice Live@COP15
Copenhagen Live 24/7 - Your pass to the UN Climate Conference
Climate Change Mobile Live Reports
Reuters – COP15 LIVE

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publicado por climáticas às 02:29
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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Dia 1 da COP 15 – Sessão inaugural

 

A Cimeira de Copenhaga inaugurou por fim os trabalhos. Tardou 45 minutos mas valeu a pena. Um grupo coral local deu o tom da partida mas foi um vídeo que emocionou a assistência. No registo, das Nações Unidas, uma menina de dez anos tentava desesperadamente fugir de um tufão.  No fim, a frase do que se tenta aqui, na Dinamarca:  “Nós temos o poder de salvar o mundo”.
 
O primeiro-ministro dinamarquês Anders Fogh Rasmussen, foi o primeiro a falar, mas, ao contrário do que se esperava, não falou de um acordo político mas de um contrato ambicioso. Numa manhã onde se ficou a saber que já são 110 os chefes de Estado ou de Governo que anunciaram a sua presença, é de esperar que todos venham menos para falar do que para agir. Terminou mencionando que devemos focar a atenção nos aspectos que unem as nações de todo o mundo e não no que as separa. Por fim apelou para que não se desperdice este momento único: “Temos de ter uma decisão para mostrar aos nossos cidadãos aqui em Copenhaga.”
 
O presidente do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) baseou a sua intervenção nas consequências das alterações climáticas descritas nos relatórios científicos, refutando claramente as acusações dos cépticos sobre o problema nos últimos dias. Ou seja, o mundo deve esforçar-se para que o aumento da temperatura global não ultrapasse os 2º C e não adiar o pico de emissões para além de 2015.  
 
O discurso do secretário Executivo da Convenção, Yvo de Boer, começou com a descrição de Nyi Lay, que perde a família depois de um ciclone devastador. Esta conferência, disse, será um sucesso se se alcançar um acordo que entre em acção no dia seguinte ao final da COP. No fim e enfaticamente desejou o fim dos discursos e mais acção de forma a garantir que milhares de crianças do mundo não sofram o mesmo destino de Nyi Lay.
 
Para já, parece que ninguém quer ser o mau da fita.
 
Ana Rita Antunes

 

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Portugal também recebe o primeiro lugar do primeiro "Fóssil do Dia"

 

Realizou-se hoje a primeira atribuição dos galardões “Fóssil do Dia”, uma cerimónia cheia de entusiasmo e glamour onde as organizações não governamentais distinguem os países com pior comportamento negocial na Conferência (ver vídeo). O terceiro lugar foi para o Canadá, que apesar de ter ratificado o Protocolo de Quioto, pretende um baixo grau de comprometimento e tem apresentado resultados decepcionantes na redução de emissões de gases com efeito de estufa.
 
O segundo lugar foi para uma controversa e complexa questão no seio da União Europeia e que se prende com a forma de contabilização das emissões (positivas ou negativas) da floresta, onde três países (Suécia, Finlândia e Áustria) têm liderado uma nova proposta de cálculo que não parte da tradicional base histórica, mas admite considerar “uma banda” de funcionamento da floresta como sumidouro ou emissor de dióxido de carbono apenas quando se ultrapassa um desvio considerável da tendência. As associações de ambiente consideram que tal é feito com o objectivo principal de beneficiar a indústria da madeira. Portugal no quadro da União Europeia encontra-se aliás também próximo da proposta associada, em particular, a estes  três países galardoados.
 
E o primeiro lugar foi atribuído ao conjunto dos países desenvolvidos (o denominado Anexo I do Protocolo de Quioto), onde Portugal também se enquadra, pela falta de ambição das metas de redução (algures entre 11 e 17% de acordo com as contas que é possível fazer), sendo que o necessário é 25 a 40%, principalmente de esforço interno de redução, entre 1990 e 2020, não se devendo recorrer em grande parte a créditos externos actualmente previstos no Protocolo de Quioto.
 
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