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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Estudo afirma que a acidificação dos Oceanos pode destruir a vida marinha

Os oceanos do planeta estão a ficar mais ácidos e a um ritmo maior que nas últimas cinco décadas, um processo que ameaça a vida marinha e o abastecimento de alimentos, revela um estudo internacional divulgado à margem da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que decorre em Copenhaga, Dinamarca.

 

Segundo o documento, elaborado por 100 especialistas em biologia marinha, os mares estão a absorver níveis perigosos de dióxido de carbono como resultado directo da actividade humana. Este cenário pode afectar os animais marinhos, interferir com o percurso das baleias e destruir espécies de plâncton que fazem parte da base da cadeia alimentar.

 

Os cientistas alertam que muitos dos efeitos da acidificação dos oceanos - que aumentou 30% desde o início da revolução industrial - já são irreversíveis e podem acelerar. O novo estudo adverte que se as emissões de CO2 continuarem no ritmo actual a acidificação dos oceanos aumentará 150 por cento até 2050, “afectando seriamente” os recifes de coral, as algas e o plâncton e levando à extinção de algumas espécies.

 

Outro estudo divulgado pela União Internacional para a Conservação da Natureza, indica as dez espécies mais ameaçadas de extinção devido ao aquecimento global. Elas são a baleia beluga, o peixe-palhaço, a tartaruga-de-couro, o pinguim-imperador, a árvore quiver ("Aloe dichotoma"), a foca-anelada, o salmão, a coral chifre-de-veado, a raposa-do-árctico e o coala.

Fonte: Agências

 

publicado por climáticas às 16:47
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Greenpeace exige Acordo Climático em faixa na Ópera de Sidney

Foto: Greenpeace

 

Activistas do Greenpeace subiram hoje até ao topo da Opera House, em Sidney, na Austrália, onde colocaram uma faixa gigante para exigir resultados da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), que está a decorrer em Copenhaga, na Dinamarca.

 

A faixa de 100 metros quadrados, com o slogan "Chega de Política. Acordo Climático Já", foi colocada por dois homens e três mulheres, detidos no final da acção. No entanto, os activistas foram libertados após o pagamento de uma fiança e devem comparecer à justiça em Fevereiro. “O mais importante foi passar a mensagem que queríamos num momento tão crítico como é o processo de Copenhaga", afirma Linda Selvey, do Greenpeace. [mais informação]

 

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publicado por climáticas às 15:31
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Al Gore alerta que o Árctico pode derreter em 2014

Foto: AFP

 

O ex-vice-presidente americano Al Gore acredita que o Oceano Árctico poderá ficar quase sem gelo durante o Verão de 2014. O alerta foi feito ontem à margem da cimeira sobre alterações climáticas, em Copenhaga, e resulta de novas projecções baseadas em modelos feitos por computador.

 

A previsão contraria outra publicada no início do ano por uma agência do governo norte-americano que prevê que o gelo do Árctico apenas desaparecerá em 2030. No entanto, Al Gore assegura que alguns modelos apontam que há 75% de hipóteses de a camada de gelo do Pólo Norte desaparecer no Verão, dentro de cinco ou sete anos.

 

“É difícil de traduzir o assombro que os especialistas na ciência do gelo sentiram quanto viram isso”, disse Gore, que se uniu a autoridades da Escandinávia para apresentar os dados. O grupo apresentou dois novos estudos que actualizam os possíveis desdobramentos e transformações climáticas no Pólo Norte.

Fonte: Agências

publicado por climáticas às 12:17
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

A estrutura jurídica para um Acordo robusto em Copenhaga

O quarto e último aspecto que as Organizações Não Governamentais destacam como central no debate em torno de um acordo em Copenhaga é a:

 

Estrutura Jurídica

Na primeira semana da Cimeira, as questões relativas à estrutura jurídica estiveram no centro das atenções, com as Ilhas Tuvalu, do Pacífico, a assumir a liderança neste aspecto e os novos textos para discussão apresentados. As Organizações Não Governamentais saúdam o consenso emergente que os dois grupos de trabalho  estão a alcançar para construir textos legalmente vinculativos (Protocolo de Quioto e Cooperação de Longo Prazo).


O tempo escasseia e por isso é fundamental que as Partes manifestem vontade de trabalhar seriamente com os textos que têm. A partir daí, os ministros e chefes de Estado devem entrar em acção de modo a resolver as questões litigiosas. É importante que os progressos sejam alcançados o mais cedo possível esta semana, de modo a aumentar as expectativas de chegar a um Acordo robusto em substância e forma jurídica.

Conclusão


Estamos no momento crucial e estas são as questões centrais que devem concentrar todas as atenções e esforços esta semana - Mitigação, Adaptação, Financiamento e Estrutura Jurídica. O sucesso ou fracasso relativamente às mesmas não só determinará se podemos chegar ou não a um Acordo, como também o seu legado.

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publicado por climáticas às 19:55
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Sábado, 12 de Dezembro de 2009

Lisboa quer um verdadeiro acordo em Copenhaga

 

 

 

 

 

Em Lisboa, a vigília de activistas da Quercus e da Avaaz juntou pouco mais de 100 pessoas no Largo do Rossio. Durante uma hora acenderam-se velas e pediu-se "um acordo de verdade em Copenhaga".

publicado por climáticas às 21:51
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Venha acender uma vela pelo nosso planeta!

Este Sábado, pessoas de todo o mundo irão unir-se em mais de 3000 vigilias à luz das velas em cerca de 130 países, por um verdadeiro tratado na cimeira de Copenhaga. Como parte integrante da acção global, o nosso evento terá lugar na Praça do Rossio, em Lisboa, às 17H30. Todos os participantes irão acender uma vela pelo nosso planeta e irá ser lida uma mensagem de alerta. Mais informação aqui.

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publicado por climáticas às 15:18
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Quercus vai participar em manifestação com dezenas de milhares de participantes em Copenhaga

 

Amanhã, 12 de Dezembro, a meio do decurso da Cimeira do Clima, as organizações não governamentais vão encher as ruas de Copenhaga a pedir um acordo climático justo e ambicioso.

 

São várias as iniciativas previstas em todo o mundo e também aqui em Copenhaga para apelar aos governos e aos seus lideres que começam a chegar na segunda semana da Cimeira do Clima. Uma primeira manifestação é promovida pelos “Amigos da Terra” às 10h (hora de Copenhaga), partindo de Klimaforum09 / DGI-byen.

 

A principal concentração vai partir às 13 horas (de Copenhaga) da Praça do Parlamento (Christiansborg) até ao local da Cimeira, onde às 18 horas está prevista uma vigília. A Quercus associou-se a esta iniciativa e que envolve as maiores organizações de ambiente e desenvolvimento bem como o maior número de participantes (523 associações de 67 países, previstas 60 mil pessoas) (http://12dec09.dk/).

 

Neste Dia Global de Acção pelo Clima (http://www.globalclimatecampaign.org) espera-se que a sociedade civil mostre que é tempo de agir.

 

Copenhaga, 11 de Dezembro de 2009

A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

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publicado por climáticas às 20:35
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Lisboa junta-se a uma cadeia de vigílias à luz das velas por todo o planeta

Venha acender uma vela pelo nosso planeta!

12 Dezembro, 17h30

Rossio, em Lisboa

 

    

 

No dia 12 de Dezembro, pessoas de todo o mundo irão unir-se em mais de 3.000 vigilias à luz das velas em cerca de 130 países, por um verdadeiro tratado na cimeira de Copenhaga.

Como parte integrante da acção global, o nosso evento terá lugar na Praça do Rossio, em Lisboa, às 17H30. Todos os participantes irão acender uma vela pelo nosso planeta e irá ser lida uma mensagem de alerta.

Os especialistas dizem que um verdadeiro tratado deverá ser:

a) Justo -   200 mil milhões de dolares em financiamentos ambientais para os países mais pobres.
b) Ambicioso – Um limite máximo de emissões de carbono  até 2015 e um nível de segurança de carbono na atmosfera não superior  a 350 ppm (parte por milhão).
c) Vinculativo – Com força legal.

Estes eventos em todo o mundo irão culminar numa vigília especial conduzida pelo prémio Nobel da Paz, Desmond Tutu e a antiga comissária das Nações Unidas para os direitos humanos, Mary Robinson, junto à sede da cimeira em Copenhaga.

A mensagem das pessoas de Lisboa e de todo o mundo para os líderes mundiais é: Queremos um verdadeiro tratado”, diz João Gonçalves, membro da Organização Online Avaaz.org que se encontra a coordenar esta acção global.

Queremos um acordo que seja suficientemente ambicioso para que o planeta fique mais seguro para todos nós. Que seja justo para os países mais pobres, que não são responsáveis pelas mudanças climáticas, mas que são os mais atingidos. E vinculativo, com metas reais e objectivas  que sejam impostas por lei”, acrescenta.

Esta vigília em Lisboa será organizada por João Gonçalves e Ricardo Salta, dois representantes da Avaaz.org em Portugal e será aberta a todos os que se preocupam com o futuro do nosso planeta.

A Quercus - ANCN, que está a acompanhar a Cimeira do Clima directamente a partir de Copenhaga, participará também nesta vígilia, através do Núcleo Regional de Lisboa.

Segundo Francisco Ferreira: "A próxima semana em Copenhaga é decisiva para conseguir um acordo climático que  assegure um aumento de temperatura do planeta inferior a 2º Celsius. Para isso é necessário que os países desenvolvidos decidam uma redução de emissões de gases de efeito de estufa perto dos 40% até 2020, em relação a 1990, e que suportem financeiramente os países em desenvolvimento para que estes possam ter um crescimento económico menos assente na queima de combustíveis fósseis e se adaptem à mudança do clima."

O evento será simples, breve e eficaz: Na hora marcada, todos os participantes acenderão uma vela pelo planeta. Simultaneamente, pessoas em todos os cantos do mundo, irão realizar acções similares, desde monges na Índia até a agricultores em França.

Mais informações: www.avaaz.org

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publicado por climáticas às 12:31
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

"Don't Kill Kyoto!"

Vários activistas e Organizações Não Governamentais realizaram um pequeno comício no Bella Center, onde decorre a Cimeira de Copenhaga, entoando apelos como "Mantenham Quioto" e "Não matem Quioto, justiça climática agora". 

 


Watch "Don't Kill Kyoto!" in News  |  View More Free Videos Online at Veoh.com

Realizado por: Chuck Olsen para The UpTake: http://theuptake.org

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publicado por climáticas às 18:04
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Um pouco de humor em Copenhaga

O jornal dinamarquês Politiken lançou a pergunta:

"Quantos delegados são necessários para instalar uma lâmpada?"

A resposta está na imagem...

 

 

... e traduz-se em:

 

- 12 para discutir em que direcção a lâmpada deve ser enroscada

- 157 para insistir em instalar uma lâmpada produzida no seu país de origem

- 13 para se oporem à instalação da lâmpada

- 19 para questionar a própria existência da lâmpada

- 38 para debater a possibilidade de usar uma lâmpada economizadora

- 1 imigrante para fazer o trabalho duro

 

:-)

 

http://blog.politiken.dk/ytournel/2009/12/10/cop15-pa-15-sekunder-dag-4/

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publicado por climáticas às 17:17
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Afinal que redução de emissões queremos?

Em visita ao centro de Copenhaga, a Quercus  passou esta manhã à porta a sede da Agência Europeia de Ambiente.

Na fachada está colocada uma enorme faixa na qual se pode ler o apelo para inverter a curva da actual tendência de crescimento de emissões. Esta parece bastante inclinada, não dando infelizmente para perceber se considera a redução de 20% admitida pela União Europeia ou os desejáveis 30% - mais compatíveis com os objectivos necessários de redução.

Talvez amanhã ao fim da tarde, após a realização do Conselho Europeu em Bruxelas, a curva de redução passe a ser mais explícita.

 

 Para visualizar melhor a imagem, clique com o botão direito do rato e escolha "Ver imagem"
 

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publicado por climáticas às 12:59
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

A Europa tem de acordar e chegar a acordo

Custos para reduzir emissões são agora muito mais baixos

A Quercus e as outras ONGs Europeias presentes em Copenhaga exigem um maior empenho da União Europeia nas negociações climáticas e para isso é necessário que a Europa “acorde”. Os pontos fundamentais sobre os quais a União Europeia, na Cimeira em Bruxelas a ter lugar amanhã e sexta-feira (10 e 11 de Dezembro), com Primeiros-Ministros ou Chefes de Estado, precisa de melhorar ou clarificar as suas posições são:

1. Meta de redução.
A UE tem de actualizar o seu objectivo de redução para 2020. A recessão económica fez reduzir drasticamente os custos de atingir uma redução de 30% de emissões de gases de efeito de estufa, ou de um objectivo ainda mais elevado. Neste momento, o objectivo de redução de 20% representa pouco mais do que a continuação da tendência de crescimento actual. Uma verdadeira liderança europeia forte, aqui em Copenhaga, significa um acordo numa redução de pelo menos 40% em 2020, em relação a 1990. Só assim a Europa está em linha com o que a ciência afirma ser necessário para ficar abaixo de um aquecimento global inferior a 2 graus Celsius.

Clareza na contabilização das metas. A UE tem de assegurar clareza na definição da base de contabilização das emissões no sector de Uso do Solo, Alterações do Uso do Solo e Floresta (LULUCF, da sigla em inglês) e que essa base reflicta as emissões reais para a atmosfera.

A UE tem de acordar numa solução para o excedente das Unidades de Quantidade Atribuída (AAUs) (excedentes de direitos de emissão em alguns países desenvolvidos) que não ponha em causa a integridade das metas dos países industrializados no próximo regime climático pós-2012.
 
2. Financiamento. Apenas promessas de financiamento para curto prazo não são suficientes. Nesta Cimeira a UE tem de dizer qual vai ser a sua parte do novo e previsível financiamento a partir de 2013.

Clareza no financiamento. Este financiamento à ajuda climática nos países em desenvolvimento tem de ser novo e adicional em relação aos compromissos já assumidos de Ajuda ao Desenvolvimento (pelo menos 0,7% do PIB).

Esperamos que a Cimeira de Copenhaga, que já decorre desde segunda-feira, inspire a Cimeira de Chefes de Estado em Bruxelas a acontecer nos últimos dias desta semana, constituindo um passo fundamental para determinar as posições da UE aqui em Copenhaga.

Copenhaga, 9 de Dezembro de 2009
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

publicado por climáticas às 17:59
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É preciso recomeçar para salvar Copenhaga


Foto:AFP

 

Os vários rumores que circularam nos últimos dias pelos corredores da Cimeira de Copenhaga, pairando sobre as negociações, estão agora clarificados: o infame “texto dinamarquês” viu a luz o dia. Apesar de ter sido sucessivamente negado, ficou agora bem clara para todo o mundo a existência deste documento que é suposto ser um substituto de um acordo real. O que também ficou claro é que este processo de desenvolvimento era totalmente erróneo e, como acontece frequentemente nestes casos, acabou por rebentar nas mãos do seu proponente. Agora, está na altura do Primeiro-Ministro dinamarquês Lokke Rasmussen aprender a lição e continuar em frente.

A Quercus espera que Rasmussen tranque o documento e esconda a chave, de forma a que seja possível continuar as negociações de forma transparente e aberta, em que todas as Partes, incluindo os países mais pobres e vulneráveis, tenham uma voz que não seja ignorada. Só assim haverá realmente hipótese de conseguir um Acordo final justo, igualitário, ambicioso e vinculativo.

O documento que foi dado a conhecer não é nem justo nem ambicioso. Para além disso, não providenciaria o apoio financeiro e tecnológico necessário para com os países em desenvolvimento. Outra falha fatal deste texto é o facto de não ser um trampolim credível para um acordo final juridicamente vinculativo.

O texto dinamarquês foi um pequeno aviso sobre quão feias as coisas podem ficar quando os países começam a negociar uns com os outros na direcção errada. Ficamos a aguardar a chegada de um novo dia e, com ele, de uma maior capacidade de negociadores e ministros se desafiarem mutuamente para alcançar um acordo tendencialmente vinculativo.

Francisco Ferreira relata à TSF as reacções em Copenhaga ao texto dinamarquês: http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1442041
 

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publicado por climáticas às 15:48
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AVAAZ lança campanha de mobilização “Save Copenhagen – Call your leader”

 


 

A rede de mobilização global Avaaz lançou um novo apelo aos cidadãos do mundo para que não se esqueçam do que está em jogo na Cimeira de Copenhaga e o relembrem aos Chefes de Estados dos respectivos países.

Os líderes mundiais estarão reunidos em Bruxelas esta quinta e sexta-feira para decidir quão longe estão dispostos a ir para selar um acordo real em Copenhaga.

Por isso, todos os cidadãos são chamados a cumprir o seu dever cívico e a telefonar ou enviar e-mails para os gabinetes dos seus Primeiros-Ministros, fazendo assim pressão para que salvem a Cimeira e ofereçam propostas mais justas e ambiciosas, em vez de simplesmente ficarem a assistir ao desmoronamento do nosso futuro.

Na página http://www.avaaz.org/en/europe_be_a_leader está disponível toda a informação necessária para enviar uma mensagem de apelo aos Chefes de Estado: sugestões sobre o que dizer, os contactos telefónicos correctos e relatórios sobre o balanço das chamadas.

Após anos de preparação, não podemos falhar nestes últimos dias por uma simples falha de liderança. Por isso, está feito o desafio para fazer tudo ao alcance de forma a salvar um Acordo Climático em Copenhaga.
 

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publicado por climáticas às 15:00
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Do Peru: El Tiempo es Hoy

Artistas peruanos pedem justiça climática numa adaptação do tema "Beds are Burning" usado pela campanha TckTckTck:

 

publicado por climáticas às 11:09
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

A raiva legítima de África

 

África – talvez o continente mais vulnerável às alterações climáticas, com cheias e secas que já são sintomas de uma mudança que vem para ficar, em muitos países onde cada habitante emite menos de uma tonelada de dióxido de carbono (menos oito vezes que em Portugal).

 

A raiva de muitos delegados que hoje se manifestaram ao fim da tarde no interior do Bella Center era bem legítima – sem financiamento, sem capacitação, sem o devido apoio dos países desenvolvidos, que não enriqueça ainda mais alguns indivíduos do continente mas apoie a maioria da população, África sofrerá ainda mais com este problema ambiental… e não merece.

 

Quercus, no interior do Bella Center, Copenhaga

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publicado por climáticas às 18:03
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O primeiro desentendimento entre ONG e delegações oficiais

 

Os países industrializados chegaram a Copenhaga com o objectivo de enfraquecer as suas metas nacionais através da floresta e uso do solo. Estes países rejeitam a ideia que têm de contabilizar o aumento de emissões proveniente da gestão florestal.

Em vez de se contarem as emissões da gestão florestal e uso do solo a partir de uma base histórica, tal como noutros sectores, estes países dizem que não querem que as emissões futuras das florestas sejam contabilizadas, desde que previstas. Isto é como dizer que as emissões de uma central a carvão não contam para as emissões de um país se essa central já estiver prevista.

Austrália, Canadá e Nova Zelândia já disseram claramente que tencionam aumentar a desflorestação e consequentemente as emissões a ela associadas. Muitos países da União Europeia, incluindo Portugal, estão a pensar fazer o mesmo. Ao alinhar nesta posição, a UE falhou neste momento crucial – até na descrição do que é a “tendência de crescimento” - pondo em causa a transparência necessária nas negociações no sector florestal (LULUCF, na sigla em inglês).

Temos assim mais uma subtil forma de usar a floresta, e a incerteza associada ao seu balanço de emissões, para evitar o que demais urgente devia ser feito, isto é, reduzir a queima de combustíveis fósseis.

 

Ana Rita Antunes e Francisco Ferreira

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publicado por climáticas às 17:54
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O rapaz das maçãs

 

Cada maçã são 5 coroas dinamarquesas (menos de 1 Euro) e o rapaz das maçãs percorre certamente vários quilómetros ao longo dos corredores do Bella Center, o centro de conferências onde decorre a reunião. Há quem pague menos aproveitando-se das recepções oferecidas por instituições ou empresas que dinamizam seminários e outros eventos que decorrem em paralelo às sessões negociais formais e informais.


O homem das maçãs ganha protagonismo, porque como é normal nestes primeiros dias, os avanços são poucos… mas os anúncios não param de surgir. Cálculos do Projecto Catalyst e do Instituto Postdam/Ecofys mostram que os 11 a 17% de redução de emissões de gases com efeito de estufa até agora comprometidos pelos países desenvolvidos entre 1990 e 2020 nas últimas semanas são insuficientes para conseguimos assegurar um aquecimento global inferior a 2ºC (em relação à era pré-industrial).

 

Aliás, assim atingiremos facilmente os 3ºC de aumento de temperatura, com efeitos que serão já considerados catastróficos à escala mundial. Parece pouco: apenas 3 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono são a diferença entre a redução necessária e o actual compromisso. Mas é uma diferença muito grande para o clima. E aí, as maçãs que até são de origem dinamarquesa, talvez dêem lugar a laranjas que outrora ocupavam partes de Portugal.

 

Francisco Ferreira (em Copenhaga)

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publicado por climáticas às 17:38
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RTP: Quercus acompanha cimeira de Copenhaga

Francisco Ferreira em directo a partir de Copenhaga no Bom Dia Portugal de hoje, na RTP:

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publicado por climáticas às 12:08
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Outros 15 'especiais informação' sobre a COP 15

 

Abril – Copenhague 2009
Agência de Notícias dos Direitos da Infância – COP15
BBC Brasil: Especial: Cop 15 - Copenhague 2009
Climate change: How to report the story of the century
IISD COP15 Daily Reports
JN – Cimeira de Copenhaga
Media Resources for COP15 from the Worldwatch Institute
MSN Verde – COP15
Planeta Sustentável – Especial COP15
Resources for covering Copenhagen Climate Conference
SEJ - Copenhagen Countdown
Telegraph - Copenhagen climate change conference
TSF – Copenhaga
UNEP News
UOL – COP15

 

Lista anterior:

10 'especiais informação' sobre a COP15
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publicado por climáticas às 11:46
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5 links para a cobertura em directo da COP15

COP15 webcast

Climate Voice Live@COP15
Copenhagen Live 24/7 - Your pass to the UN Climate Conference
Climate Change Mobile Live Reports
Reuters – COP15 LIVE

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publicado por climáticas às 02:29
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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Francisco Ferreira em directo de Copenhaga na edição de hoje do Bom Dia Portugal da RTP


Vídeo integral
- a partir dos 30 seg - destaque para o início da Cimeira de Copenhaga. Aos 2 min. e 37 seg. a intervenção de Francisco Ferreira com vídeo em directo a partir de Copenhaga.

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publicado por climáticas às 13:29
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Quercus em Copenhaga - Francisco Ferreira fala à SIC sobre o que está em jogo nesta Cimeira

 

Gravado hoje, dia 7 de Dezembro, a partir de Copenhaga.

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publicado por climáticas às 12:56
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20 twitters sobre a COP15

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O filme de abertura da COP15: Please help the world

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publicado por climáticas às 12:12
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Escultura de gelo de um urso polar na baixa de Copenhaga

Foto: REUTERS/Bob Strong (DENMARK ENTERTAINMENT ENVIRONMENT ANIMALS)

 

Na imagem vemos Mark Coreth, director do Ice Bear Project, a dar os últimos retoques à escultura de gelo de um urso polar, colocada no passado dia 5 de Dezembro na baixa de Copenhaga, cidade anfitreã da Cimeira Climática que teve hoje início e que se prolongará até ao próximod dia 18.

 

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publicado por climáticas às 11:29
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56 jornais de 44 países dão passo inédito de fazer hoje um editorial comum sobre Copenhaga


Imagem: PUBLICO.PT
 

O Jornal Público foi convidado para esta iniciativa pelo diário britânico The Guardian, que tornou este projecto global real, com o objectivo de consolidar uma só voz, forte e unida na urgência de alertar para a necessidade de um Acordo forte em Copenhaga, que enfrente de vez as alterações climáticas.

"É dentro desse espírito que 56 jornais de todo o mundo se uniram sob este editorial. Se nós, com tão diferentes perspectivas nacionais e políticas, conseguimos concordar sobre o que deve ser feito, então certamente os nossos líderes também o conseguirão", lê-se no editorial de hoje do Jornal Público.

Lista de Jornais aderentes: “Süddeutsche Zeitung” - Alemanha,“Gazeta Wyborcza” – Polónia,“Der Standard” - Áustria,“Delo” - Eslovénia,“Vecer” – Eslovénia,“Dagbladet Information” - Dinamarca,“Politiken” - Dinamarca,“Dagbladet” - Noruega,“The Guardian” – Reino Unido,“Le Monde” - França,“Liberation” - França,“La Reppublica” - Itália,“El Pais” - Espanha,“De Volkskrant” – Holanda,“Kathimerini” - Grécia,“Público” - Portugal,“Hurriyet” - Turquia,“Novaya Gazeta” - Rússia,“Irish Times” - Irlanda,“Le Temps” - Suíça, “Economic Observer” - China,“Southern Metropolitan” - China,“CommonWealth Magazine” - Taiwan,“Joongang Ilbo” - Coreia do Sul,“Tuoitre” - Vietname,“Brunei Times” - Brunei,“Jakarta Globe” - Indonésia,“Cambodia Daily” – Camboja,“The Hindu” - Índia,“The Daily Star” - Bangladesh,“The News” - Paquistão,“The Daily Times” - Paquistão,“Gulf News” - Dubai,“An Nahar” – Líbano,“Gulf Times” - Qatar,“Maariv” - Israel,“The Star” – Quénia,“Daily Monitor” - Uganda,“The New Vision” - Uganda,“Zimbabwe Independent” – Zimbabwe,“The New Times” - Ruanda,“The Citizen” - Tanzânia,“Al Shorouk” - Egipto,“Botswana Guardian” – Botswana,“Mail & Guardian” - África do Sul, “Business Day” - África do Sul, “Cape Argus” - África do Sul,“Toronto Star” - Canadá,“Miami Herald” – Estados Unidos,“El Nuevo Herald” – Estados Unidos, “Jamaica Observer” – Jamaica, “La Brujula Semanal” - Nicarágua,“El Universal” - México, “Zero Hora” - Brasil, “Diário Catarinense” - Brasil, “Diario Clarin” - Argentina.

Editorial completo em:
http://www.publico.clix.pt/Sociedade/14-dias-que-vao-definir-a-opiniao-da-historia-sobre-uma-geracao_1412856

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Domingo, 6 de Dezembro de 2009

Copenhaga: Quercus quer acordo com texto legalmente vinculativo e não apenas acordo político


 

Tem início amanhã, segunda-feira, dia 7 de Dezembro, a 15ª reunião da Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (COP15) em Copenhaga, Dinamarca.

 

A Quercus vai participar activamente no processo negocial através de dois elementos, Francisco Ferreira, Vice-Presidente da associação, e Ana Rita Antunes, coordenadora para a área da energia e alterações climáticas. Os dois estão integrados na delegação oficial portuguesa.

 

Já hoje, a Quercus participou numa grande reunião preparatória com mais de 350 participantes de organizações não governamentais de ambiente e desenvolvimento de todo o mundo.

 

As organizações não governamentais vão intervir:

- tendo direito a participar nas negociações em plenário em conjunto com os representantes de países e outras organizações observadoras;

- reunindo e procurando influenciar cada um dos países; no caso da Quercus em particular, estarão em causa o acompanhamento das posições de Portugal, focalizando também contactos junto da Presidência Europeia (Suécia), Comissão Europeia, dos eurodeputados presentes (nomeadamente os portugueses) e ainda deputados nacionais;

- funcionar como catalisadores entre partes para procurar decisões favoráveis e compromissos.

 

A Quercus tem consciência que as negociações se encaminham para um acordo político vinculativo a ser assinado em Copenhaga. TAL PORÉM É POUCO: é preciso assegurar já ou ter a garantia que nos meses mais próximos será concretizado o texto de um acordo legalmente vinculativo que concretize os objectivos necessários para assegurar que o aquecimento global não será superior a 2ºC em relação à era pré-industrial. Tal implica à escala global que o pico de emissões de gases com efeito de estufa seja atingido entre 2013 e 2017.

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publicado por climáticas às 23:55
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Dia Zero em Copenhaga

 

Reuniões preparatórias, acreditação na conferência, testes de equipamento, primeiras impressões – assim está a correr o nosso domingo em Copenhaga, a poucas horas da abertura da magna reunião ambiental.

As organizações não governamentais (ONG) estiveram todo o dia reunidas, num conjunto de 350 representantes, para definir os objectivos e a estratégia para esta cimeira, considerada decisiva. À entrada do edifício, centenas de pessoas tentam ainda obter credenciais, desde delegados oficiais a cozinheiras – que vão ter um trabalho bem árduo nas próximas duas semanas.

A grande questão, hoje, véspera da abertura da maior conferencia alguma vez realizada sobre um problema ambiental pode resumir-se numa pergunta: vamos conseguir? Vão os países de todo o mundo acordar numa decisão que afaste o planeta e quem nele vive das consequências, que se calculam dramáticas, das alterações climáticas? Com os olhos do mundo em Copenhaga, haverá coragem política bastante para o fazer?

Do lado das ONG é claro: se é possível chegar a um acordo político, então também se pode conseguir um acordo em forma de lei e vinculativo. E assim não desperdiçamos o próximo ano a passar do político para o legal, mas utilizamo-lo para discutir o formato do novo protocolo.

Já se sabe que o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mudou o dia da visita a Copenhaga – chega no dia certo, 18 de Dezembro, data em que todos os textos finais deverão estar encerrados e aprovados pelas delegações oficiais. Nos próximos dias é bem provável que o contingente de chefes de Estado e de governo, até ao momento uma centena confirmados, aumente.

Assim decorreu, e ainda decorre, o Dia Zero da COP.

 

Ana Rita Antunes

 

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publicado por climáticas às 20:11
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Mensagem dos mais pequenos para Obama*

*Vídeo do WWF

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publicado por climáticas às 15:11
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