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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Estudo afirma que a acidificação dos Oceanos pode destruir a vida marinha

Os oceanos do planeta estão a ficar mais ácidos e a um ritmo maior que nas últimas cinco décadas, um processo que ameaça a vida marinha e o abastecimento de alimentos, revela um estudo internacional divulgado à margem da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que decorre em Copenhaga, Dinamarca.

 

Segundo o documento, elaborado por 100 especialistas em biologia marinha, os mares estão a absorver níveis perigosos de dióxido de carbono como resultado directo da actividade humana. Este cenário pode afectar os animais marinhos, interferir com o percurso das baleias e destruir espécies de plâncton que fazem parte da base da cadeia alimentar.

 

Os cientistas alertam que muitos dos efeitos da acidificação dos oceanos - que aumentou 30% desde o início da revolução industrial - já são irreversíveis e podem acelerar. O novo estudo adverte que se as emissões de CO2 continuarem no ritmo actual a acidificação dos oceanos aumentará 150 por cento até 2050, “afectando seriamente” os recifes de coral, as algas e o plâncton e levando à extinção de algumas espécies.

 

Outro estudo divulgado pela União Internacional para a Conservação da Natureza, indica as dez espécies mais ameaçadas de extinção devido ao aquecimento global. Elas são a baleia beluga, o peixe-palhaço, a tartaruga-de-couro, o pinguim-imperador, a árvore quiver ("Aloe dichotoma"), a foca-anelada, o salmão, a coral chifre-de-veado, a raposa-do-árctico e o coala.

Fonte: Agências

 

publicado por climáticas às 16:47
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Adaptação é o 2º elemento crucial para um Acordo em Copenhaga

Depois de abordada, no post anterior, a Mitigação como um dos temas centrais a colocar em debate para um Acordo em Copenhaga, abordamos agora um segundo elemento, a:

 

Adaptação

 

As inevitáveis perdas e danos decorrentes das alterações climáticas devem ser tratadas de forma adequada, já que são resultado da incapacidade de mitigação dos países desenvolvidos. As campanhas/acções de “greenwashing” não podem sacrificar os mais vulneráveis. Como tal, a adaptação é um elemento crucial para um Acordo em Copenhaga.

Recordando alguns estudos em profundidade do Banco Mundial, da Convenção Quadro das Nações Unidas Sobre Alterações Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), entre outros, a Quercus e as demais Organizações Não Governamentais (ONGs) em Copenhaga querem ver em cima da mesa pelo menos 50 mil milhões de dólares para a adaptação dos países em desenvolvimento para o próximo período de compromisso, aumentando para 100 mil milhões de dólares até 2020.


A concessão deste financiamento deve ser mensurável, reportável e verificável. Deve ainda ser adicional aos compromissos já existentes de apoio ao desenvolvimento e não uma promessa repetida dos mesmos. O Fundo para a Adaptação existente deve desempenhar um importante papel na disponibilização deste financiamento e ainda enquanto parte de uma acção imediata.

As ONGs esperam que, à medida que os países em desenvolvimento implementem acções de Adaptação, seja dada prioridade aos povos e comunidades em maior risco devido às alterações climáticas.
 

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publicado por climáticas às 15:12
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

«A resposta da Igreja às mudanças climáticas»

A Conferência de Copenhaga sobre as mudanças climáticas irá tomar decisões importantes que vão influenciar muitos aspectos da nossa vida presente e futura. O Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE) e a KEK (Conferência das Igrejas Europeias), juntamente com várias outras comunidades, a título individual, escreveram uma carta conjunta, na qual assinalam que os desafios de Copenhaga “não têm apenas a ver com as vertentes técnicas das mudanças climáticas: ética, cultura, fé e religião são elementos substantivos”.

 

A mudança de estilos de vida, apontam, deve ser tida em conta se a questão das mudanças climáticas quiser ser efectivamente abordada, assegurando um desenvolvimento humano integral. “Sabemos que apenas com uma ecologia humana real - que tome em conta os direitos e também as responsabilidades que temos uns com os outros e com as gerações futuras – se poderá prever um melhor cuidado do ambiente”, indicam os secretários do CCEE e da KEK. (...)

 

Notícia integral na Agência Ecclesia.

publicado por climáticas às 13:36
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«Nível do mar sobe o dobro do previsto até 2100»

Por causa do aquecimentos global, o nível do mar vai subir o dobro do previsto para este século, alertou um relatório divulgado ontem, em Londres, da autoria do Comité Científico de Pesquisa da Antárctida (SCAR). Assim, em vez de, até 2100, o mar subir entre 28 e 43 centímetros, como previu, há dois anos, o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU, pode subir até 1,40 metros. Isso poderia significar que 10% da população mundial seria obrigada a mudar-se por causa da perda de terras. As cidades costeiras, como Veneza, tornar-se-iam autênticas fortificações. Algumas ilhas, como as Maldivas, poderiam mesmo acabar por desaparecer da face da Terra.

 

Notícia integral no Diário de Notícias

publicado por climáticas às 01:34
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Garantir a vida na Terra

Os ecossistemas contêm e possibilitam a existência de vida no nosso planeta, sendo a sua suprema importância reconhecida n o Artigo nº 2 da Convenção [Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas]. No entanto, o reconhecimento do valor fundamental que os ecossistemas representam pode ser esquecido à medida que as negociações avançam e os textos ficam consolidados – e aqui especialmente, nem sempre menos texto é a melhor solução!


Para prevenir esta perda, o texto do Long-term Cooperative Action sobre adaptação precisa de: (1) incluir o reconhecimento do papel dos ecossistemas, das suas funções e serviços na adaptação às alterações climáticas; (2) reconhecer o papel da biodiversidade e especificamente dos serviços que os ecossistemas podem providenciar no suporte da adaptação da humanidade às alterações climáticas (também conhecido como adaptação baseada em ecossistemas); (3) mencionar particularmente os ecossistemas mais vulneráveis como acção prioritária.

É fundamental compreender o papel dos sistemas naturais para superar as adversidades das alterações climáticas. Se as iniciativas de adaptação ignorarem ou provocarem ainda mais danos nos ecossistemas, as comunidades mais pobres serão as mais afectadas e perder-se-á sua capacidade de adaptação.

Uma abordagem através dos ecossistemas tem de ter em conta as suas funções vitais e o valor dos bens e serviços ecológicos que fornecem, em todos os campos. Isto é particularmente importante na gestão de recursos e infra-estruturas. Esta abordagem promove a gestão integrada do uso do solo, da água e da biodiversidade e apoia a conservação e sustentabilidade de uma forma equitativa.

Uma estratégia de adaptação baseada nos ecossistemas está fortemente ligada à preservação da integridade dos sistemas naturais ameaçados pelas alterações climáticas, e ao reforço da protecção e sustento das comunidades humanas.
 

Barcelona, ECO 2, 3 de Novembro 2009

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publicado por climáticas às 16:57
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