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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Ontem foi a noite dos negociadores, hoje é a noite dos ministros


As negociações acabaram já passava das seis da manhã de hoje. Os atritos continuam entre países em desenvolvimento e países desenvolvidos. Ou melhor, entre Estados Unidos e a China.

O texto sobre Acordo a Longo Prazo foi finalizado com muitos parêntesis rectos. Aqui, os parêntesis rectos são utilizados para as partes de texto não acordadas. Os Estados Unidos quiseram colocar dentro de parêntesis rectos todas as referências ao Protocolo de Quioto, pois é sabido que não querem continuar com esse modelo de redução de gases de efeito de estufa no pós 2012. Em contrapartida, os países em desenvolvimento (entenda-se China) exigiram colocar entre parêntesis rectos todas as referências ao financiamento por ainda não ter o nível de ambição que entendem por necessário.

O texto do Protocolo de Quioto acabou cedo na madrugada. Há um texto, mas os delegados pediram mais um dia para ainda discutir aspectos técnicos. Este ainda nem está pronto para a discussão ministerial.

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publicado por climáticas às 10:01
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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

"Obama, tu podes parar isto"

A Greenpeace lançou hoje, dia 12 de Novembro, um apelo ao presidente norte-americano, Barack Obama, para travar a desflorestação na Indonésia, através da colocação de uma faixa gigante numa floresta de Sumatra (na imagem). Obama visita, pela primeira vez, a China entre 15 a 18 de Novembro, sendo o dossier ambiental um dos pontos a discutir com o seu homólog chinês, Hu Jintao. Entretanto, continua a contagem decrescente para a Cimeira de Copenhaga, a menos de um mês.

 

Foto: REUTERS/HO/Greenpeace/John Novis

publicado por climáticas às 15:58
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A sociedade civil está atenta às alterações climáticas

De acordo com uma sondagem realizada em 20 países desenvolvidos e em desenvolvimento, tornada pública ontem, as políticas ambientais adoptadas pelos Estados Unidos e China de combate ao aquecimento global são reprováveis.

42% e 41% dos inquiridos aponta o dedo à postura ambiental de Pequim e Washington, respectivamente, no que respeita ao dossier ambiental.

Realizada entre Abril e Maio, esta sondagem contou com a participação de 20.349 pessoas de 20 nações, que representam quase dois terços (63%) da população mundial. O instituto Opinião Pública Mundial (World Public Opinion), responsável pelo inquérito, foi criado em 2006 no sentido de dar a conhecer a opinião dos cidadãos mundiais sobre assuntos do contexto internacional.

Divulgada a poucos dias de Barack Obama, presidente norte-americano, visitar a China, na terça e quarta-feira, esta sondagem ganha ainda mais relevância visto que o tema em discussão com o seu homólogo chinês Hu Jintao, será o combate às alterações climáticas.

Cada vez mais perto está também a Cimeira das Nações Unidas sobre alterações climáticas em Dezembro, que juntará em Copenhaga 192 países, na esperança de acordarem um novo acordo internacional para a redução das emissões de gases com efeito de estufa. Nesta contenda, o contributo dos Estados Unidos e da China (que juntos representam mais de 40% das emissões globais de dióxido de carbono) é essencial para se conseguir ultrapassar o impasse das negociações.

publicado por climáticas às 15:30
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Procuram-se!

 

 
Procuram-se soluções para o impasse negocial em que está a cimeira de Copenhaga, no final do ano. Procuram-se ideias para desanuviar a tensão e aliviar as emissões de gases de efeito de estufa, foi por isso que este "bando dos quatro" esteve hoje em Nova Iorque.
 
O presidente dos Estados Unidos da América, o presidente da República Popular da China, o primeiro-ministro do Japão e o presidente em exercicio da União Europeia (primeiro-ministro sueco) foram 4 dos 100 líderes mundiais que responderam à chamada do secretário-geral das Nações Unidas para uma cimeira sobre alterações climáticas, realizda na sede da ONU. Estes 4 representam 62% das emissões de CO2.
 
 
No discurso mais esperado, o presidente americano, Barack Obama, cujo país é um dos maiores poluidores do planeta, declarou-se determinado a agir contra o aquecimento global, mas reconheceu que "o mais duro" ainda deve ser feito até a Conferência de Copenhague em dezembro.
 

 

"A ameaça imposta pela mudança climática é grave, é urgente e está aumentando", afirmou Obama, para quem as gerações futuras caminharão para uma "catástrofe irreversível", se a comunidade internacional não agir "audaciosa, rápida e conjuntamente".
"Compreendemos a gravidade da ameaça climática. Estamos determinados a agir. E nós honraremos nossas responsabilidades aos olhos das gerações futuras", prometeu.
 
 
No seu discurso na cimeira, o presidente chinês, Hu Jintao, apresentou um plano para conter as emissões chinesas de CO2, mas sem valores específicos.
Hu disse que a China fará fortes investimentos em energias renováveis e nuclear, e prometeu que no futuro as emissões de gases do efeito estufa do país aumentarão num ritmo inferior ao crescimento econômico.
"Vamos nos empenhar para cortar as emissões de dióxido de carbono por unidade do PIB em uma margem notável até 2020, em relação ao nível de 2005", disse Hu, de acordo com a tradução inglesa do seu discurso.
 
Esta promessa chinesa, mesmo sem indicar uma limitação absoluta, pode fazer arrefecer as críticas de políticos norte-americanos que estão relutantes em aceitar um corte expressivo para as emissões dos EUA se não tiverem uma contrapartida de Pequim.
 
Activistas e analistas esperavam mais
 
"Foi um pouco frustrante que a China não tenha dado um número para a intensidade dos gases do efeito estufa. Eu esperava que isso viesse agora", disse Knut Alfsen, director de pesquisas do Centro para o Clima e a Pesquisa Energética Internacionais, de Oslo.
"Mas este é um progresso. Há cinco anos o clima era uma não-questão para a China. Agora eles deram uma volta completa e dizem: 'Vamos fazer algo agora'. Essa é uma grande guinada."
Assim pode ser que esta jornada sirva para acordar os politicos mundiais que ainda não viram o tempo escasseia para se chegar a um acordo em Copenhaga.
publicado por climáticas às 23:14
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