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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Emissões ao Quilómetro na Holanda

A partir de 2012, a Holanda vai substituir os actuais impostos de registo automóvel e taxas de circulação por uma nova taxa automóvel por quilómetro percorrido. Esta lei foi aprovada no passado dia 13 de Novembro no Parlamento holandês após vários anos de discussão.

Com esta medida espera-se uma redução das emissões de dióxido de carbono em dez por cento, sendo que cerca de metade dos automóveis pagarão ainda menos impostos do que actualmente.

Esta taxa, que começará por ser de 3 cêntimos de euro (0,03€) em 2012, chegará a 2018 com o valor de 6,7 cêntimos de euro (0,067€). Cada veículo será equipado com um aparelho munido de um GPS que vai contabilizar quantos quilómetros, quando e onde foram feitos. Posteriormente, o proprietário recebe a factura correspondente.

 

As receitas serão canalizadas para um fundo de infra-estruturas de transportes.

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publicado por climáticas às 12:08
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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Veículos eléctricos conduzem a mais emissões de CO2 devido a lacunas da legislação europeia

Bons resultados exigem opções certas nos sectores dos transportes e energia

 

           

 

Lisboa / Portugal; Bruxelas, Bélgica - Apesar do importante papel que os veículos eléctricos podem ter na redução de emissões de carbono da Europa, a legislação europeia apresenta lacunas que poderão conduzir a um aumento do uso de petróleo e das emissões poluentes no sector dos transportes. É o que nos diz o mais recente relatório da Federação Europeia de Transportes e Ambiente (T&E, na sigla em inglês) de que a Quercus é membro.

 

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, apelou no passado mês de Setembro para a “descarbonização” do sector dos transportes, destacando o crescimento dos veículos eléctricos como um dos objectivos chave. (1)

Os limites de emissão de CO2 para os veículos novos, acordados pela União Europeia (UE) em Dezembro, incluem o conceito de “supercréditos” que permitem aos fabricantes da indústria automóvel venderem mais de três veículos com elevado consumo de combustível (como os jipes ou SUVs) por cada veículo eléctrico vendido. A esta lacuna da legislação Europeia acresce que os veículos eléctricos são contabilizados como tendo “zero-emissões”, apesar da electricidade que utilizam poder ser proveniente de combustíveis fósseis altamente carbónicos, como o carvão, ou discutíveis do ponto de vista do desenvolvimento sustentável, como o nuclear (2)

(...)


O relatório “How to Avoid an Electric Shock - Electric Cars from Myth to Reality” (“Como evitar um choque eléctrico – Veículos Eléctricos do Mito à Realidade”) está disponivel para download em www.transportenvironment.org.
Estudo divulgado em simultâneo em Bruxelas, Portugal e outros países europeus

 

(1) http://www.reuters.com/article/environmentNews/idUSTRE5824JY20090903

(2)
Os supercréditos serão sucessivamente reduzidos até 2016, mas os veículos eléctricos continuarão a ser contabilizados como “zero” emissões.


 

Ler o comunicado completo em: http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=567&articleID=3037

publicado por climáticas às 16:22
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A sociedade civil está atenta às alterações climáticas

De acordo com uma sondagem realizada em 20 países desenvolvidos e em desenvolvimento, tornada pública ontem, as políticas ambientais adoptadas pelos Estados Unidos e China de combate ao aquecimento global são reprováveis.

42% e 41% dos inquiridos aponta o dedo à postura ambiental de Pequim e Washington, respectivamente, no que respeita ao dossier ambiental.

Realizada entre Abril e Maio, esta sondagem contou com a participação de 20.349 pessoas de 20 nações, que representam quase dois terços (63%) da população mundial. O instituto Opinião Pública Mundial (World Public Opinion), responsável pelo inquérito, foi criado em 2006 no sentido de dar a conhecer a opinião dos cidadãos mundiais sobre assuntos do contexto internacional.

Divulgada a poucos dias de Barack Obama, presidente norte-americano, visitar a China, na terça e quarta-feira, esta sondagem ganha ainda mais relevância visto que o tema em discussão com o seu homólogo chinês Hu Jintao, será o combate às alterações climáticas.

Cada vez mais perto está também a Cimeira das Nações Unidas sobre alterações climáticas em Dezembro, que juntará em Copenhaga 192 países, na esperança de acordarem um novo acordo internacional para a redução das emissões de gases com efeito de estufa. Nesta contenda, o contributo dos Estados Unidos e da China (que juntos representam mais de 40% das emissões globais de dióxido de carbono) é essencial para se conseguir ultrapassar o impasse das negociações.

publicado por climáticas às 15:30
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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Uma verdade conveniente

Nunca desperdice uma boa crise, diz o adágio. Na passada quarta-feira, dia 4 de Novembro, o Instituto Internacional para Análise Aplicada de Sistemas (IIASA, na sigla em inglês), apresentou um novo estudo destacando os prós e contras das acções de mitigação dos países do Anexo I (países industrializados), baseados nos efeitos da crise económica. O estudo utiliza projecções pós-crise do PIB (Produto Interno Bruto) baseadas na avaliação energética mundial para 2009 da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês).


Pontos principais:

-    Em 2020, as emissões dos países do Anexo I estarão 6% abaixo dos níveis do ano de referência (1990)
-    A implementação das mais ambiciosas promessas dos países do Anexo I teria um custo entre -0.03% e 0.01% do PIB.
-    O preço do carbono estabiliza nos 3€ por tonelada.
-    Seria possível alcançar uma redução extra de 10% com esse preço de equilíbrio das licenças de emissão de carbono. (menos 27% em vez de 17% em relação aos níveis de 1990).
-    As metas de redução alguns países estão bem acima das suas emissões no cenário de referência, o que poderia criar um novo excedente de direitos de emissões.

Por outras palavras, é agora muito mais fácil cumprir as metas de redução de emissões necessárias. O mundo precisa de investimento nas infra-estruturas do século XXI – energias renováveis, redes energéticas eficientes e transportes colectivos. A revolução económica de que precisamos pode gerar emprego nos sectores económicos afectados pela sucessiva vaga de desemprego. E nós podemos salvar o clima, que está de momento na rota para a catástrofe. Por isso, a crise económica acaba por ser uma oportunidade de actuar já, embora isso implique fazer escolhas.

Para o benefício de todas as partes, a tabela em baixo apresenta novos modelos económicos sobre os custos da meta de redução de 30% da União Europeia, à luz da crise actual.

E o que é válido para a União Europeia é também válido para os países do Anexo I como um todo: os tectos de emissões definidos para um mundo pré-crise podem facilmente ser outra vez estreitados num mundo pós-crise, em benefício quer do clima quer da economia.
 

Fonte Objectivo Comentário
New Energy Finance -30% Menos 203 mil milhões de euros em relação ao apresentado em Fevereiro de 2008
Cambridge (para o Climate Group) -30% +1.3% do PIB (i.e. impacto positivo na economia devido ao aumento de investimentos livres de carbono e de ganhos em eficiência energética)
IIASA 2009, baseado na avaliação do IEA 2009 -30% Menos 0.03% a 0.01% do PIB (i.e. custos negativos)

 

 

(Barcelona, ECO 5, 6 de Novembro 2009)

publicado por climáticas às 15:29
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Exigir 350 Já! - Faça o seu vídeo e publique neste blogue

 

Exigir 350 já!
 

É este o mote do blogue http://exigir350ja.blogs.sapo.pt, que pretende inspirar os cidadãos a exigir o cumprimento do limite de 350 partes por milhão (ppm) de CO2 na atmosfera para a Conferência de Copenhaga em Dezembro.

 

Basta colocar o vídeo no Youtube e enviar o link para sa0r283@gmail.com.

 

O objectivo é chegar aos 350.000!

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publicado por climáticas às 11:50
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