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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Os Estados Unidos tomam medidas. Ao nível estadual…

Os Estados Unidos da América (EUA) estão prestes a alcançar significantes reduções nas suas emissões de gases com efeito de estufa graças às políticas energéticas e de combate às alterações climáticas livres de carbono adoptadas pelos governos estaduais. Um relatório recente da organização ambiental “Environment America” estima que tais políticas contribuam para que os EUA reduzam as suas emissões em aproximadamente 536 milhões de toneladas de CO2 eq por ano até 2020, em comparação com a tendência actual. Tratam-se de reduções significativas, maiores do que o emitido actualmente por oito nações mundiais e correspondentes a cerca de 7% do total emitido pelos EUA em 2007.

 
Não há dúvidas de que o Congresso norte-americano deve aprovar um fundo climático generoso e trabalhar arduamente num Acordo internacional justo, ambicioso e vinculativo, capaz de travar as alterações climáticas. Os estudos científicos mostram que décadas de acção a nível estadual contribuíram apenas com o sinal para as muito maiores reduções que, segundo a ciência, são necessárias para prevenir as piores consequências do aquecimento global.
Ao implementarem políticas energéticas e de combate às alterações climáticas – incluindo tectos de emissões, normas para a electricidade renovável, eficiência energética e uma indústria automóvel mais limpa – os Estados mostram que os EUA estão prontos para enfrentar o desafio do aquecimento global.
 
Arnold Schwarzenegger, governador do Estado da Califórnia, tem mostrado liderança na promoção de políticas energéticas livres de carbono subnacionais. Um exemplo abordado, aliás, pelo próprio aquando da sua intervenção, esta semana, em Copenhaga: “O aquecimento global é um problema global que requer uma solução global e a Califórnia é a prova de que os governos subnacionais podem fazer diferença”. Schwarzenegger anunciou ainda uma nova parceria regional entre governos subnacionais para cooperação em acções de combate ao aquecimento global.
 
Segundo o Senador John Kerry, que discursou ontem em Copenhaga, 33 dos 50 estados norte-americanos concordaram voluntariamente em fazer parte de acordos de redução de emissões. Em resultado disso, mais de metade da economia norte-americana começou já a preparar-se para a implementação de políticas obrigatórias de redução de emissões. Além disso, três regiões têm vindo já a criar sistemas de comércio de emissões.
 

Esta mensagem está a ser repetida em Copenhaga por outros governadores norte-americanos. Apesar dos estados não estarem à espera de uma acção a nível nacional ou internacional, um Acordo em Copenhaga mantém-se absolutamente crucial para assegurar que podemos proteger o nosso planeta e os povos mais vulneráveis das ameaças levantadas pelas alterações climáticas.

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publicado por climáticas às 08:09
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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Ontem foi a noite dos negociadores, hoje é a noite dos ministros


As negociações acabaram já passava das seis da manhã de hoje. Os atritos continuam entre países em desenvolvimento e países desenvolvidos. Ou melhor, entre Estados Unidos e a China.

O texto sobre Acordo a Longo Prazo foi finalizado com muitos parêntesis rectos. Aqui, os parêntesis rectos são utilizados para as partes de texto não acordadas. Os Estados Unidos quiseram colocar dentro de parêntesis rectos todas as referências ao Protocolo de Quioto, pois é sabido que não querem continuar com esse modelo de redução de gases de efeito de estufa no pós 2012. Em contrapartida, os países em desenvolvimento (entenda-se China) exigiram colocar entre parêntesis rectos todas as referências ao financiamento por ainda não ter o nível de ambição que entendem por necessário.

O texto do Protocolo de Quioto acabou cedo na madrugada. Há um texto, mas os delegados pediram mais um dia para ainda discutir aspectos técnicos. Este ainda nem está pronto para a discussão ministerial.

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publicado por climáticas às 10:01
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