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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Mensagem pós-Copenhaga

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publicado por climáticas às 18:47
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Sábado, 19 de Dezembro de 2009

Quercus no Telejornal da RTP

Entrevista a Francisco Ferreira, no Telejornal das 20h:

 

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publicado por climáticas às 22:35
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Frustrante Acordo de Copenhaga “registado” e não “adoptado”

 

Posição final da Quercus sobre Cimeira de Copenhaga
 
A Cimeira de Copenhaga terminou às 15.30h, hora da Dinamarca, 14.30h em Portugal.
 
Após o anúncio de acordo feito em primeiro lugar pelos Estados Unidos da América, ontem à noite, negociado principalmente com a Índia, China, Brasil e África do Sul, e que foi alvo da adesão de muitos outros países, incluindo a União Europeia, um longo processo negocial que durou toda a noite veio ainda a ter lugar.
 
A sessão plenária recomeçaria esta madrugada pelas três da manhã. Alguns países, de entre os quais os menos desenvolvidos, Estados pequenas ilhas e América Central, a não concordarem com a forma como o texto do Acordo de Copenhaga tinha sido elaborado e negociado. Acusaram também o processo de falta de transparência e democracia, o que não deveria ocorrer no quadro das Nações Unidas. Já a sociedade civil, incluindo as organizações não governamentais de ambiente, havia sido praticamente arredada do acompanhamento das negociações num acto nunca até agora verificado em qualquer Cimeira desta natureza.
 
Apesar da Cimeira estar agora oficialmente terminada, o Acordo de Copenhaga foi apenas “registado” ou “tomado nota” e não “adoptado” pelos órgãos da Cimeira e suscita ainda dúvidas sobre o seu valor e enquadramento. Para tal necessitaria do consenso do plenário, com o voto favorável de todos os países, o que não aconteceu. Assim, o acordo, para além de representar um fracasso na opinião da Quercus é um documento ainda mais fragilizado. Aliás, nem o símbolo da Convenção das Nações Unidas deverá vir estar presente no texto final que, mesmo depois de terminada a Cimeira, ainda recebe algumas correcções.
 
 
Falsa partida com muitos culpados
 
Este acordo é uma falsa partida e não é claro que tenha o apoio dos todos os líderes mundiais. Apesar do que os líderes políticos estão a dizer neste momento, este desenvolvimento não torna o trabalho quase feito: está longe de ser justo e vinculativo. Este acordo tem muitas lacunas reconhecidas aliás publicamente no momento do seu anúncio.

Os líderes falharam em conseguir um verdadeiro acordo como prometido. Ignoraram a ciência e guiaram-se por interesses nacionais. Estamos perante um atraso com muitos custos, que podem ser medidos em vidas humanas e em dinheiro perdido. O continuar do Protocolo de Quioto para além de 2012 está ameaçado.
 
O financiamento acordado representa menos que os subsídios dos países às indústrias de combustíveis fósseis. Os objectivos para reduzir a poluição mantêm-nos no caminho que a ciência diz levar a um aumento catastrófico de temperatura.
 
Na melhor das hipóteses, estamos agora confrontados com um atraso mortal que significa uma tragédia desnecessária para milhões de famílias. Os impactos vão fazer-se sentir em todos os países e mais drasticamente nas populações mais pobres dos países em desenvolvimento.
 
Os líderes mundiais precisam de repensar este acordo. Tal como está, irá desmoronar-se assim que analisado com mais atenção. É preciso os líderes mundiais reunirem-se novamente antes de Junho para resolverem os assuntos que ficaram pendentes agora.
 
Numa análise mais detalhada de alguns culpados, a Quercus identifica:
-        os Estados Unidos da América (que não querem assumir por agora metas de emissões ambiciosas e vinculativas),
-        a China (que se recusou a ver acompanhado internacionalmente o seu esforço de redução de emissões),
-        o Canadá (por trazer uma posição muito fraca para Copenhaga e sem intenção de a melhorar, recebendo o prémio “fóssil do ano” atribuído pelas ONGs, e até
-        o Brasil (que teve um Presidente a fazer ontem um discurso com um conteúdo brilhante, mas que pretende uma abertura a projectos inadequados no mecanismo de desenvolvimento limpo e que participou activamente com os Estados Unidos na elaboração do famigerado acordo).
 
O Presidente da Conferência (Primeiro-Ministro dinamarquês Rasmussen) foi também um contributo para um final confuso e algo infeliz (na última parte já sem ele a conduzir os trabalhos).
 
 
Sobre a União Europeia e Portugal
 
Na opinião da Quercus, é fundamental que a União Europeia se comprometa unilateralmente com uma redução de 20 para 40% das suas emissões de gases com efeito de estufa entre 1990 e 2020 (30% de esforço interno), dado que os a recessão económica e financeira reduziram significativamente os custos das medidas associadas.
 
A União Europeia deveria desde já ter assegurado a continuação do Protocolo de Quioto para um segundo período pós-2012 e foi demasiado passiva em termos negociais, apesar de reconhecermos a sua liderança. A União Europeia deve confirmar que o processo negocial deve seguir de modo firme o caminho da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas que sem dúvida saiu fragilizado de toda esta negocial surreal e deprimente. Deve também clarificar que a contribuição financeira aos países em desenvolvimento acordada em Copenhaga é adicional.
 
Portugal tem também desafios pela frente e deve tomar medidas internas mais coerentes, na área do ordenamento do território, promovendo os transportes colectivos, na área da conservação de energia e eficiência energética, a par das energias renováveis mais sustentáveis, preparando-se para uma verdadeira revolução energética ao longo da próxima década, também aqui citada em Copenhaga pelo Primeiro-Ministro e que a Quercus tem reivindicado.
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publicado por climáticas às 14:53
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Acordo falhado - Uma falsa partida para o pós-2012

Posição da Quercus sobre o Acordo de Copenhaga (antes da eventual aprovação do mesmo em Plenário da Convenção):

Este acordo é uma falsa partida e não é claro que tenha o apoio dos todos os líderes mundiais. Apesar do que os líderes políticos estão a dizer neste momento, este desenvolvimento não torna o trabalho quase feito: está longe de ser justo e vinculativo. Este acordo tem muitas lacunas reconhecidas aliás publicamente no momento do seu anúncio.

Os líderes falharam em conseguir um verdadeiro acordo como prometido. Ignoraram a ciência e guiaram-se por interesses nacionais. Estamos perante um atraso com muitos custos, que podem ser medidos em vidas humanas e em dinheiro perdido.

O financiamento acordado representa menos que os subsídios dos países às indústrias de combustíveis fósseis. Os objectivos para reduzir a poluição mantêm-nos no caminho que a ciência diz levar a um aumento catastrófico de temperatura.

Na melhor das hipóteses, estamos agora confrontados com um atraso mortal que significa uma tragédia desnecessária para milhões de famílias. Os impactos vão fazer-se sentir em todos os países e mais drasticamente nas populações mais pobres dos países em desenvolvimento.

Os líderes mundiais precisam de repensar este acordo. Tal como está, irá desmoronar-se assim que analisado com mais atenção. É preciso os líderes mundiais reunirem-se novamente antes de Junho para resolverem os assuntos que ficaram pendentes agora.

Sobre a União Europeia

Na opinião da Quercus, é fundamental que a União Europeia se comprometa unilateralmente com uma redução de 20 para 40% das suas emissões de gases com efeito de estufa entre 1990 e 2020 (30% de esforço interno), dado que os a recessão económica e financeira reduziram significativamente os custos das medidas associadas.

A União Europeia deveria desde já ter assegurado a continuação do Protocolo de Quioto para um segundo  período pós-2012 e foi demasiado passiva em termos negociais, apesar de reconhecermos a sua liderança. A União Europeia deve confirmar que o processo negocial deve seguir de modo firme o caminho da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas. Deve também clarificar que a contribuição financeira aos países em desenvolvimento acordada em Copenhaga é adicional.

Copenhaga, 19 de Dezembro de 2009
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

publicado por climáticas às 01:58
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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Copenhaga: Negociações devem estender-se a sábado


A Quercus acredita que as negociações em Copenhaga vão estender-se a sábado e o resultado provável é o de um acordo que mantenha o Protocolo de Quioto em paralelo com uma nova convenção resultante da acção de cooperação de longo prazo. Neste momento, a ideia dominante na conferência é de que haverá um acordo, que deverá ser desbloqueado pelos chefes de Estado, mas a substância do documento ainda está em aberto.

Depois do impasse de quarta-feira, “com os Estados Unidos e a China em conflito e a Europa a ver o jogo passar de um lado para o outro", conta Francisco Ferreira, a presidência dinamarquesa e a Europa tiveram de se ajustar, e "bem" ao contexto das decisões. "Hoje de manhã, o primeiro-ministro dinamarquês foi claro na necessidade de prosseguir os dois caminhos e ver até que ponto os Estados Unidos entram neste acordo, assumindo carácter vinculativo daqui a uns meses", explica.

Entretanto, a Quercus reuniu hoje com o Secretário de Estado do Ambiente, a quem manifestou preocupação pela indefinição quanto à forma de contabilização florestas depois de 2012, uma vez que, não conhecendo estas emissões, dificilmente se conseguirá ter números finais de redução. A indefinição quanto aos créditos de emissão e a falta de avanço nas negociações relacionadas com as emissões causadas pelo transporte marítimo e pela aviação foram outras das preocupações transmitidas pelos ambientalistas ao ministério.

Fonte: Lusa

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publicado por climáticas às 16:30
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Quercus reunida em Copenhaga com Ministra e Secretário de Estado do Ambiente

A Quercus e a Rede Europeia de Acção Climática estão neste momento em reunião com a Sra. Ministra do Ambiente e Ordenamento do Território, Dulce Pássaro e com o Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, neste que é o penúltimo dia da Conferência sobre Alterações Climáticas em Copenhaga.

 Da parte da Quercus estará presente Francisco Ferreira, Vice-Presidente da associação, e Ana Rita Antunes, coordenadora na associação das áreas da energia e alterações climáticas. Da parte da Rede Europeia de Acção Climática deverá participar o Director, Mathias Duwe, se lhe for permitida a entrada no Bella Center. Em causa estarão as posições portuguesa e europeia e a análise da Quercus e das organizações não governamentais de ambiente sobre os trabalhos e as características de um eventual acordo final da Conferência.

Foi igualmente solicitado um breve encontro com o Sr. Primeiro-Ministro, José Sócrates, que discursará no Plenário ao fim da tarde de quinta-feira aqui em Copenhaga, aguardando-se ainda a confirmação dessa possibilidade e respectivo horário.

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publicado por climáticas às 10:09
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Tudo sobre a COP15 no twitter da Quercus

http://twitter.com/QuercusCOP15

Acompanhe tudo o que se passa na Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas em Copenhaga através deste blogue e do twitter QuercusCOP15.

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publicado por climáticas às 01:19
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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Sociedade Civil com acesso limitado nos últimos e decisivos dias da Cimeira

 

Dos cerca de 20 mil observadores das Organizações Não Governamentais a acompanhar a Cimeira de Copenhaga, apenas uma pequena fatia poderá estar presente na sala principal da Conferência nos três dias que faltam para o fim e que se afiguram decisivos.

Os lugares são limitados e como tal apenas 30% destes participantes poderão ter assento, hoje e amanhã, dias 15 e 16 de Dezembro, no centro de conferências. Já na 5ª feira, este valor desce para apenas mil e na 6ª feira, o dia final, só 90 observadores poderão assistir ao desenlace final.

A Quercus considera que este corte de lugares limita drasticamente a participação da sociedade civil e, como tal, contribui para o descrédito da própria conferência, dado que o acompanhamento, influência, avaliação, e construção de soluções, sem representantes de organizações não governamentais, vai contra o espírito das próprias Nações Unidas nesta matéria. Uma carta formal foi ontem entregue ao Secretário Executivo da Convenção e à Ministra Dinamarquesa que preside à Conferência.

No entanto, por estar integrada na delegação portuguesa em Copenhaga, a Quercus não será afectada por este racionamento de lugares e continuará a acompanhar de perto a Cimeira.

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publicado por climáticas às 13:08
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Activistas manifestam-se à porta da COP15

"União Europeia, paga a tua dívida climática" é a mensagem a reter.

 

 

Filmado por: Ana Rita Antunes, Quercus

publicado por climáticas às 16:56
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Lisboa junta-se a uma cadeia de vigílias à luz das velas por todo o planeta

Venha acender uma vela pelo nosso planeta!

12 Dezembro, 17h30

Rossio, em Lisboa

 

    

 

No dia 12 de Dezembro, pessoas de todo o mundo irão unir-se em mais de 3.000 vigilias à luz das velas em cerca de 130 países, por um verdadeiro tratado na cimeira de Copenhaga.

Como parte integrante da acção global, o nosso evento terá lugar na Praça do Rossio, em Lisboa, às 17H30. Todos os participantes irão acender uma vela pelo nosso planeta e irá ser lida uma mensagem de alerta.

Os especialistas dizem que um verdadeiro tratado deverá ser:

a) Justo -   200 mil milhões de dolares em financiamentos ambientais para os países mais pobres.
b) Ambicioso – Um limite máximo de emissões de carbono  até 2015 e um nível de segurança de carbono na atmosfera não superior  a 350 ppm (parte por milhão).
c) Vinculativo – Com força legal.

Estes eventos em todo o mundo irão culminar numa vigília especial conduzida pelo prémio Nobel da Paz, Desmond Tutu e a antiga comissária das Nações Unidas para os direitos humanos, Mary Robinson, junto à sede da cimeira em Copenhaga.

A mensagem das pessoas de Lisboa e de todo o mundo para os líderes mundiais é: Queremos um verdadeiro tratado”, diz João Gonçalves, membro da Organização Online Avaaz.org que se encontra a coordenar esta acção global.

Queremos um acordo que seja suficientemente ambicioso para que o planeta fique mais seguro para todos nós. Que seja justo para os países mais pobres, que não são responsáveis pelas mudanças climáticas, mas que são os mais atingidos. E vinculativo, com metas reais e objectivas  que sejam impostas por lei”, acrescenta.

Esta vigília em Lisboa será organizada por João Gonçalves e Ricardo Salta, dois representantes da Avaaz.org em Portugal e será aberta a todos os que se preocupam com o futuro do nosso planeta.

A Quercus - ANCN, que está a acompanhar a Cimeira do Clima directamente a partir de Copenhaga, participará também nesta vígilia, através do Núcleo Regional de Lisboa.

Segundo Francisco Ferreira: "A próxima semana em Copenhaga é decisiva para conseguir um acordo climático que  assegure um aumento de temperatura do planeta inferior a 2º Celsius. Para isso é necessário que os países desenvolvidos decidam uma redução de emissões de gases de efeito de estufa perto dos 40% até 2020, em relação a 1990, e que suportem financeiramente os países em desenvolvimento para que estes possam ter um crescimento económico menos assente na queima de combustíveis fósseis e se adaptem à mudança do clima."

O evento será simples, breve e eficaz: Na hora marcada, todos os participantes acenderão uma vela pelo planeta. Simultaneamente, pessoas em todos os cantos do mundo, irão realizar acções similares, desde monges na Índia até a agricultores em França.

Mais informações: www.avaaz.org

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publicado por climáticas às 12:31
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

A Europa tem de acordar e chegar a acordo

Custos para reduzir emissões são agora muito mais baixos

A Quercus e as outras ONGs Europeias presentes em Copenhaga exigem um maior empenho da União Europeia nas negociações climáticas e para isso é necessário que a Europa “acorde”. Os pontos fundamentais sobre os quais a União Europeia, na Cimeira em Bruxelas a ter lugar amanhã e sexta-feira (10 e 11 de Dezembro), com Primeiros-Ministros ou Chefes de Estado, precisa de melhorar ou clarificar as suas posições são:

1. Meta de redução.
A UE tem de actualizar o seu objectivo de redução para 2020. A recessão económica fez reduzir drasticamente os custos de atingir uma redução de 30% de emissões de gases de efeito de estufa, ou de um objectivo ainda mais elevado. Neste momento, o objectivo de redução de 20% representa pouco mais do que a continuação da tendência de crescimento actual. Uma verdadeira liderança europeia forte, aqui em Copenhaga, significa um acordo numa redução de pelo menos 40% em 2020, em relação a 1990. Só assim a Europa está em linha com o que a ciência afirma ser necessário para ficar abaixo de um aquecimento global inferior a 2 graus Celsius.

Clareza na contabilização das metas. A UE tem de assegurar clareza na definição da base de contabilização das emissões no sector de Uso do Solo, Alterações do Uso do Solo e Floresta (LULUCF, da sigla em inglês) e que essa base reflicta as emissões reais para a atmosfera.

A UE tem de acordar numa solução para o excedente das Unidades de Quantidade Atribuída (AAUs) (excedentes de direitos de emissão em alguns países desenvolvidos) que não ponha em causa a integridade das metas dos países industrializados no próximo regime climático pós-2012.
 
2. Financiamento. Apenas promessas de financiamento para curto prazo não são suficientes. Nesta Cimeira a UE tem de dizer qual vai ser a sua parte do novo e previsível financiamento a partir de 2013.

Clareza no financiamento. Este financiamento à ajuda climática nos países em desenvolvimento tem de ser novo e adicional em relação aos compromissos já assumidos de Ajuda ao Desenvolvimento (pelo menos 0,7% do PIB).

Esperamos que a Cimeira de Copenhaga, que já decorre desde segunda-feira, inspire a Cimeira de Chefes de Estado em Bruxelas a acontecer nos últimos dias desta semana, constituindo um passo fundamental para determinar as posições da UE aqui em Copenhaga.

Copenhaga, 9 de Dezembro de 2009
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

publicado por climáticas às 17:59
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Terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

RTP: Quercus acompanha cimeira de Copenhaga

Francisco Ferreira em directo a partir de Copenhaga no Bom Dia Portugal de hoje, na RTP:

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publicado por climáticas às 12:08
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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Francisco Ferreira em directo de Copenhaga na edição de hoje do Bom Dia Portugal da RTP


Vídeo integral
- a partir dos 30 seg - destaque para o início da Cimeira de Copenhaga. Aos 2 min. e 37 seg. a intervenção de Francisco Ferreira com vídeo em directo a partir de Copenhaga.

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publicado por climáticas às 13:29
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Quercus em Copenhaga - Francisco Ferreira fala à SIC sobre o que está em jogo nesta Cimeira

 

Gravado hoje, dia 7 de Dezembro, a partir de Copenhaga.

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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

5 Presentes Para Salvar o Planeta

A Quercus entrega hoje cinco presentes ao Primeiro-Ministro: uma calculadora solar, uma lâmpada economizadora LED, um carregador solar de telemóvel, um sobreiro para plantar e um cheque de 195 mil milhões de dólares por assinar. Espera-se que José Sócrates fique assim alerta para as principais questões da Cimeira sobre Alterações Climáticas, que a Quercus irá acompanhar a partir de Copenhaga.

 

Tem início na próxima segunda-feira, dia 7 de Dezembro, a 15ª reunião da Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (COP15) em Copenhaga, Dinamarca. Até dia 18 de Dezembro, os países de todo o mundo vão ter de acordar numa nova meta de redução de gases de efeito de estufa que continue e supere o trabalho começado pelo Protocolo de Quioto.

A Quercus e a Objectivo 2015 - Campanha do Milénio das Nações Unidas - apelam ao Sr. Primeiro-Ministro para que Portugal contribua activamente para uma posição mais ambiciosa da União Europeia e faça investimentos coerentes em termos de política energética e ambiental no combate às alterações climáticas.

É neste sentido que a Quercus entrega hoje, em São Bento, pelas 15 horas, os presentes ao Sr. Primeiro-Ministro José Sócrates, que já confirmou a sua presença em Copenhaga. Estas ofertas servirão para relembrar as grandes questões que vão ser decididas pelos Chefes de Estado na Cimeira e que afectarão o futuro da Terra e da Humanidade.

1º Presente – Calculadora solar – Para que não se engane nas contas
Os cientistas afirmam que o aumento da temperatura do planeta tem de ser inferior a 2ºC, para que seja possível evitar as consequências catastróficas das alterações climáticas. Para tal, é necessário que os países desenvolvidos acordem uma redução entre 25% a 40% das suas emissões de gases de efeito de estufa até 2020, com base nos valores de 1990. A União Europeia deverá elevar consideravelmente o seu nível de ambição, chegando aos 40%, dos quais 30% devem ser assegurados através de um esforço interno e apenas os restantes 10% pela aquisição de créditos externos de carbono.

2º Presente – Lâmpada LED

Mais decisiva ainda do que as energias renováveis, a aposta na eficiência energética é onde os investimentos têm uma melhor relação de custo-eficácia, a começar por Portugal. É necessário que esta seja uma prioridade mais visível e que faça parte dos grandes objectivos para todos os países na redução das necessidades em energia primária.

3º Presente – Carregador solar de telemóvel
A aposta nas energias renováveis em todo o mundo é fundamental. É indispensável que os países desenvolvidos acordem um fundo tecnológico que ajude os países em desenvolvimento num futuro menos dependente de combustíveis fósseis, isto é, com menores emissões de carbono.

4º Presente – Um Quercus suber (sobreiro) para plantar
As florestas podem ter uma importante contribuição na redução das concentrações de dióxido de carbono na atmosfera. Portugal, com um terço do território ocupado por área florestal, deve no entanto defender uma forma de contabilização do contributo das florestas na redução das emissões que seja simples, transparente e baseada numa referência histórica.

5º Presente – Um cheque de 195 mil milhões de dólares por assinar
São necessários 195 mil milhões de dólares por ano para ajudar os países em desenvolvimento na redução das suas emissões e na adaptação aos efeitos das alterações climáticas, que já não se podem evitar. Estes países foram os que menos contribuíram para o problema, mas são os mais afectados por ele. Este montante de apoio adicional à Ajuda Pública para o Desenvolvimento é essencial também para cumprir os Objectivos do Milénio das Nações Unidas até ao ano de 2015. Mais informações na brochura “Alterações Climáticas e Objectivos do Milénio”.

 

Lisboa, 4 de Dezembro de 2009

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