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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Veículos eléctricos conduzem a mais emissões de CO2 devido a lacunas da legislação europeia

Bons resultados exigem opções certas nos sectores dos transportes e energia

 

           

 

Lisboa / Portugal; Bruxelas, Bélgica - Apesar do importante papel que os veículos eléctricos podem ter na redução de emissões de carbono da Europa, a legislação europeia apresenta lacunas que poderão conduzir a um aumento do uso de petróleo e das emissões poluentes no sector dos transportes. É o que nos diz o mais recente relatório da Federação Europeia de Transportes e Ambiente (T&E, na sigla em inglês) de que a Quercus é membro.

 

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, apelou no passado mês de Setembro para a “descarbonização” do sector dos transportes, destacando o crescimento dos veículos eléctricos como um dos objectivos chave. (1)

Os limites de emissão de CO2 para os veículos novos, acordados pela União Europeia (UE) em Dezembro, incluem o conceito de “supercréditos” que permitem aos fabricantes da indústria automóvel venderem mais de três veículos com elevado consumo de combustível (como os jipes ou SUVs) por cada veículo eléctrico vendido. A esta lacuna da legislação Europeia acresce que os veículos eléctricos são contabilizados como tendo “zero-emissões”, apesar da electricidade que utilizam poder ser proveniente de combustíveis fósseis altamente carbónicos, como o carvão, ou discutíveis do ponto de vista do desenvolvimento sustentável, como o nuclear (2)

(...)


O relatório “How to Avoid an Electric Shock - Electric Cars from Myth to Reality” (“Como evitar um choque eléctrico – Veículos Eléctricos do Mito à Realidade”) está disponivel para download em www.transportenvironment.org.
Estudo divulgado em simultâneo em Bruxelas, Portugal e outros países europeus

 

(1) http://www.reuters.com/article/environmentNews/idUSTRE5824JY20090903

(2)
Os supercréditos serão sucessivamente reduzidos até 2016, mas os veículos eléctricos continuarão a ser contabilizados como “zero” emissões.


 

Ler o comunicado completo em: http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=567&articleID=3037

publicado por climáticas às 16:22
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